Comemorado nesta terça-feira (20/1), o Dia Mundial do Queijo chama a atenção para um dos ingredientes mais consumidos no mundo e que está presente em diversas receitas tradicionais mineiras, entre elas, o amado pão de queijo. Popular em todo o país, o alimento desperta não apenas o paladar, mas também dúvidas frequentes relacionadas à saúde e às restrições alimentares.
Pão de queijo tem glúten?
Tradicionalmente, o pão de queijo é preparado com polvilho doce ou azedo, derivados da mandioca. Isso significa que, em sua receita original, não há glúten, o que faz do alimento uma opção para pessoas com doença celíaca ou sensibilidade ao glúten. No entanto, especialistas alertam que esse consumo só é seguro quando a produção ocorre em ambiente livre de contaminação cruzada.
A atenção deve ser ainda maior no caso dos produtos industrializados ou de receitas adaptadas. Algumas versões disponíveis no mercado podem conter farinha de trigo ou outros ingredientes com glúten, tornando indispensável a leitura cuidadosa dos rótulos antes da compra.
Quem tem gastrite pode comer pão de queijo?
Outra questão recorrente envolve o consumo do pão de queijo por pessoas com gastrite. Nesse caso, a tolerância pode variar de acordo com a fase da doença e a sensibilidade individual. Por ser um alimento relativamente rico em gordura, devido ao uso de queijo, óleo ou manteiga, ele pode provocar desconforto gástrico, sobretudo quando consumido em grandes quantidades.
Profissionais de saúde recomendam moderação e atenção aos sinais do corpo após o consumo. Preparações caseiras, com menor teor de gordura e assadas, costumam ser melhor toleradas do que versões fritas ou excessivamente gordurosas. Já em situações de gastrite ativa, a orientação médica ou nutricional é considerada fundamental.
