A FIFA notificou oficialmente o Atlético sobre valores pendentes na compra de Iván Román. A entidade obriga o clube a pagar o débito junto ao Palestino, do Chile. O valor gira em torno de 1,6 milhão de dólares, o que equivale a 8,2 milhões de reais. A diretoria alvinegra reagiu com transparência e encaminhou o caso ao departamento jurídico.
O problema começou na negociação de 2025. Na época, o Atlético comprou 50% dos direitos do defensor por 1,5 milhão de dólares. O clube pretendia pagar o valor em parcelas. Segundo o Palestino, o Galo não quitou nenhuma quantia até a denúncia. Por isso, a FIFA reconheceu a dívida e aplicou correções e encargos previstos no regulamento internacional.
Tentativa de acordo anterior
O Atlético afirma que buscou dialogar com o Palestino antes da decisão final. Entretanto, as conversas não avançaram. O clube mineiro tentou uma negociação direta, mas os chilenos não aceitaram os termos. Mesmo assim, a diretoria garante que cumprirá o prazo estipulado. Os setores jurídico e financeiro cuidam do caso para evitar prejuízos esportivos.
Internamente, o clube vê o caso de Iván Román como parte de um saneamento financeiro maior. A gestão atual se esforça para quitar todos os compromissos pendentes. Primeiro, o foco foram as dívidas com clubes brasileiros. Agora, o Atlético avança nas pendências com equipes estrangeiras. O clube possui um planejamento orçamentário para honrar esses débitos.
Este episódio ocorre em um momento financeiro delicado. O Atlético busca organizar seu fluxo de caixa e manter a competitividade em campo. Embora o caso cause desgaste, o clube sinaliza que fará o pagamento no período estabelecido. Assim, o Galo espera encerrar o processo sem sofrer punições severas.
Veja esse vídeo da Rede 98 sobre o Iván Román: