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De Renato Gaúcho até Zidane: confira 16 técnicos livres que podem ser opção para o Atlético

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Veja 15 opções de técnicos que estão livres no mercado e podem substituir Jorge Sampaoli na equipe alvinegra. | Fotos: Foto: Divulgação/Fluminense | Foto: Real Madrid

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A saída de Jorge Sampaoli do comando técnico do Atlético-MG nesta quinta-feira (12/2) encerra um ciclo de intensa expectativa e marca o início de uma busca frenética por um substituto à altura das ambições alvinegras. A decisão, oficializada após reuniões entre a diretoria e o treinador argentino, reflete a necessidade mútua de novos ares, deixando o Galo em uma corrida contra o tempo para reorganizar o seu projeto desportivo para a sequência da temporada.

Com o mercado em ebulição, a cúpula atleticana analisa perfis que combinem experiência internacional, conhecimento do futebol brasileiro e a capacidade de gerir um elenco estrelado na Arena MRV. Entre nomes consagrados e apostas promissoras, a lista de opções livres no mercado oferece caminhos distintos, desde o retorno de velhos conhecidos até a exploração de novas tendências táticas vindas do exterior.

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Confira abaixo a situação atual de alguns treinadores que podem ser opções do clube mineiro:

Vítor Pereira

Foto: Rodrigo Coca/Ag Corinthians

O treinador português apresenta um currículo vasto, ele já passou no Brasil em que treinou o Corinhians e o Flamengo, mas o seu último trabalho foi no Wolverhampton na Premier League, onde manteve uma média de 1.45 pontos por jogo. as suas equipas costumam destacar-se pela organização defensiva e transições rápidas, apresentando um aproveitamento médio de 58% em toda a carreira, embora a sua passagem pelo Flamengo tenha ficado abaixo das expectativas com 1.18 pontos por partida.

O seu perfil é visto como ideal para clubes que precisam de disciplina tática imediata, mas o seu custo salarial e o desejo de permanecer na Europa são obstáculos para uma investida do Atlético-MG.

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Vítor Bruno

Foto: Instagram/Porto

Vítor Bruno é uma das figuras mais interessantes do mercado lusitano após a sua saída do FC Porto no início de 2025. Durante o seu período como técnico principal dos Dragões, registou uma taxa de vitórias de 67%, com as suas equipas apresentando uma média de 2.1 gols marcados por jogo. Ele utiliza um jogo de posse e pressão alta constante.

O técnico está livre desde janeiro de 2025 e tem aproveitado o tempo para realizar estágios em grandes clubes europeus. Ele é visto como um sucessor natural da escola de Sérgio Conceição, mas com uma abordagem mais moderna e menos conflituosa. Para o Galo, representaria uma aposta numa filosofia de jogo ofensiva e de alta intensidade, condizente com o elenco atual.

Bruno Lage

Foto: Vitor Silva/Botafogo

Bruno Lage encontra-se sem clube desde que encerrou a sua segunda passagem pelo Benfica em setembro de 2025. O seu histórico no Brasil é marcado pelo excelente início no Botafogo em 2023, onde manteve um aproveitamento superior a 60% antes da queda de rendimento da equipa. Bruno privilegia o uso de extremos bem abertos e uma construção de jogo desde a defesa, com média de 540 passes por jogo.

Hoje, Lage mantém-se em Portugal e manifestou publicamente que procura um projeto que lhe dê total autonomia tática. Ele recusou recentemente sondagens do futebol grego e da Turquia, aguardando uma proposta de um mercado competitivo. O conhecimento prévio do futebol brasileiro e a facilidade de comunicação com o plantel tornam-no um nome forte nos bastidores de Belo Horizonte.

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Zinedine Zidane

Foto: Real Madrid

Zidane é o nome de maior impacto mediático e técnico disponível, ostentando um histórico quase inigualável como treinador do Real Madrid. Segundo dados, o francês possui uma média impressionante de 2.10 pontos por partida ao longo de 301 jogos oficiais, tendo conquistado três títulos consecutivos da Champions League. As suas equipas são reconhecidas pela flexibilidade tática, alternando entre o 4-3-3 e o 4-4-2 diamante, mantendo um aproveitamento de vitórias de 63% e uma média de 2.2 gols marcados por jogo.

Atualmente, Zidane encontra-se num longo período sabático, mas quebrou o silêncio recentemente ao afirmar que voltará a treinar “muito em breve”. A informação que circula hoje, 12 de fevereiro de 2026, é que ele aguarda a conclusão da Copa do Mundo para possivelmente assumir a seleção da França, após a saída já anunciada de Didier Deschamps. Embora o seu nome seja um sonho para qualquer adepto do Atlético-MG, o elevado patamar financeiro e a preferência por projetos de elite na Europa ou seleções nacionais tornam uma vinda para a Arena MRV um cenário de ficção científica para os padrões do mercado sul-americano.

Renato Gaúcho

Foto: Divulgação/Fluminense

Renato Gaúcho é o nome mais experiente do mercado nacional, acumulando mais de mil jogos como treinador. Na sua última passagem pelo Fluminense, encerrada no final de 2025, obteve um aproveitamento de 52%, com as suas equipas mantendo uma média de criação de 2.4 grandes chances por partida, conforme dados do Sofascore. O seu estilo de gestão de grupo é o seu maior trunfo, focado na motivação e liberdade criativa dos atletas.

O técnico está atualmente em fase de descanso no Rio de Janeiro e afirmou hoje que só voltará a trabalhar caso surja um projeto que o motive a sair da rotina de férias. Renato é conhecido por não utilizar plataformas de análise de dados de forma intensiva, preferindo o “olhar clínico”, o que gera debates entre adeptos que preferem uma abordagem mais tecnológica como a de Sampaoli.

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Leonardo Jardim

Foto: Gustavo Aleixo/Cruzeiro

O experiente técnico português teve como última experiência no riva do Atlético, o Cruzeiro, onde deixou o cargo em dezembro de 2025 com um aproveitamento de 48%. Jardim é um treinador que prioriza o equilíbrio e a solidez defensiva, com as suas equipas apresentando uma média baixa de gols sofridos (0.9 por jogo), mas com dificuldades em furar blocos baixos. O seu maior feito continua a ser o título francês com o Mónaco, revelando Mbappé.

Neste momento, Jardim está focado em resolver questões contratuais da sua saída anterior e não pretende assumir nenhum compromisso imediato antes de março. A sua passagem pelo rival mineiro trouxe um conhecimento profundo da logística e do mercado local, mas a resistência da massa atleticana a um nome vindo diretamente do Cruzeiro pode ser um entrave para a diretoria.

Rui Jorge

Foto: Luís Manuel Neves/FPF

Rui Jorge é o treinador com maior longevidade no comando da seleção sub-21 de Portugal, onde detém um aproveitamento impressionante de 74% em jogos competitivos. Os dados mostram que as suas equipas são extremamente eficazes no desenvolvimento de jovens talentos, com uma média de 3.2 chutes ao gol para cada gol marcado, evidenciando uma eficiência ofensiva acima da média europeia.

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Embora ainda esteja ligado à Federação Portuguesa, há rumores de que Jorge procura um desafio num clube de grande porte para testar os seus métodos no dia a dia. Ele é um estudioso do futebol sul-americano e tem acompanhado de perto o crescimento do Campeonato Brasileiro. Para o Atlético, seria a oportunidade de integrar os talentos da base com o plantel profissional de forma mais orgânica.

Cuca

Foto: Pedro Souza/Atlético

Alexi Stival, o Cuca, é o nome mais identificado com a história recente do Atlético. Na sua última passagem, que terminou em agosto de 2025, o técnico manteve a sua característica de jogo vertical e forte bola parada, com 35% dos gols da equipa a surgirem de lances ensaiados. O seu histórico no clube inclui a Libertadores de 2013 e o Triplete de 2021.

Após recuperar de uma cirurgia e tratar de assuntos familiares, Cuca está oficialmente disponível para ouvir propostas. A sua ligação emocional com o Galo é um fator que sempre o coloca no topo da lista em momentos de crise. No entanto, a diretoria avalia se o retorno de um antigo ídolo é o passo correto para um projeto que buscava a modernidade internacional de Sampaoli.

Léo Condé

 Foto: Gabriel Silva/Ceará

Léo Condé surge como a principal opção de ascensão no mercado brasileiro após o bom trabalho no Ceará em 2025, onde terminou o ano com 56% de aproveitamento. As suas equipas são reconhecidas pela organização tática e pela capacidade de adaptação aos adversários, o destaque é a sua eficiência defensiva mesmo com planteis mais limitados tecnicamente.

O treinador mineiro está livre desde que decidiu não renovar com o clube cearense para 2026. Condé é visto como um perfil estudioso e discreto, que foca no trabalho de campo sem grandes exposições mediáticas. Por conhecer muito bem o futebol de Minas Gerais e o mercado da Série A, seria uma solução de menor risco financeiro e adaptação imediata.

Ramón Díaz

Foto: Rodrigo Coca/Corinthians

Ramón Díaz traz consigo a experiência de quem já venceu quase tudo na América do Sul. Nas suas passagens recentes pelo Brasil, mostrou uma média de 1.55 pontos por jogo, destacando-se pela recuperação anímica de jogadores veteranos. As equipas de Díaz apresentam um forte jogo aéreo e uma ocupação de espaço agressiva no meio-campo defensivo.

Hoje, Ramón Díaz aguarda propostas oficiais e tem sido monitorado por clubes do Paraguai e da Argentina. Ele tem o desejo de permanecer no futebol brasileiro, onde se adaptou bem à cultura local. A sua contratação traria ao Atlético um perfil de liderança forte, capaz de bater de frente com as pressões externas que cercam a Arena MRV.

Fernando Gago

Foto: Instagram/Boca Juniors

Fernando Gago representa a nova escola argentina de treinadores que prezam pela posse de bola e construção desde o goleiro. No Boca Juniors, apesar da saída em 2025, manteve uma média de 61% de posse de bola e 88% de acerto de passes. O seu estilo é o que mais se assemelha ao modelo teórico deixado por Jorge Sampaoli.

Livre no mercado, Gago tem sido associado a equipas da MLS, mas vê com bons olhos a competitividade do Brasileirão. Ele procura um clube que tenha peças técnicas capazes de sustentar o seu jogo de posição. Se o Atlético-MG desejar manter a identidade de jogo ofensiva e controladora, o jovem técnico argentino surge como a opção de mercado mais coerente.

Dunga

Foto: CBF

O capitão do tetracampeonato mundial carrega um histórico de treinador pautado pela disciplina e solidez defensiva, tendo o seu ápice estatístico na primeira passagem pela Seleção Brasileira (2006-2010), onde obteve um aproveitamento superior a 75%. As suas equipas são caracterizadas por um sistema de marcação rígido e contra-ataques letais, mantendo uma média histórica de 2.15 pontos por partida na Seleção, embora o seu último trabalho em clubes, no Internacional, tenha apresentado um índice mais modesto de 54% de aproveitamento em 54 jogos.

Atualmente, Dunga vive um longo hiato na carreira de treinador, estando sem dirigir uma equipa desde a sua saída da Seleção em 2016. Em declarações recentes em fevereiro de 2026, ele reiterou o seu foco em projetos sociais e no “Seleção do Bem”, mas o seu nome continua a figurar em listas de técnicos disponíveis devido ao seu perfil de liderança e gestão de vestiários complexos. Para o Galo, a sua contratação representaria uma rutura total com o estilo de Sampaoli, priorizando o pragmatismo e o equilíbrio emocional em detrimento da posse de bola ofensiva.

Xavi

Foto: Miguel Ruiz / Barcelona

O ex-comandante do Barcelona é o expoente máximo do jogo de posição, tendo implementado no clube catalão um estilo de posse extrema que resultou no título da La Liga 2022/23. Xavi encerrou sua passagem pelo Barça com um aproveitamento de 62,5%, mantendo uma média de 2,13 pontos por partida na sua última temporada completa. Suas equipas registam estatísticas dominantes de controlo, com média superior a 65% de posse de bola e uma precisão de passes no campo adversário que beira os 88%, refletindo a filosofia que ele herdou de Pep Guardiola.

Livre no mercado desde meados de 2024, Xavi tem adotado uma postura seletiva, tendo recusado recentemente convites de clubes da Arábia Saudita e até sondagens de seleções nacionais, como a da Índia. A informação mais recente, de fevereiro de 2026, indica que ele prioriza um retorno ao futebol europeu, especificamente à Premier League, onde busca um projeto de longo prazo que permita a implementação total de sua metodologia. Para o Atlético-MG, Xavi representaria o auge do modelo tático buscado com Sampaoli, embora as barreiras financeiras e o interesse do técnico em mercados de elite tornem a negociação altamente complexa.

Xabi Alonso

Foto: Real Madrid

O técnico espanhol consolidou-se como um dos nomes mais brilhantes da nova geração após fazer história no Bayer Leverkusen, onde conquistou a Bundesliga de forma invicta. Recentemente, Alonso teve uma passagem intensa pelo Real Madrid, encerrada em janeiro de 2026. O seu aproveitamento no clube merengue foi de 70,6%, com 24 vitórias em 34 jogos. Suas equipas são marcadas por um sistema tático fluido, geralmente no 3-4-2-1, com uma média de 2,37 pontos por jogo na liga espanhola e uma impressionante marca de 76 gols marcados sob seu comando em apenas sete meses.

Atualmente, Xabi Alonso está livre no mercado após a sua saída do Santiago Bernabéu por mútuo consentimento, motivada por divergências com a diretoria sobre reforços e a gestão do balneário. Informações de hoje, 12 de fevereiro, indicam que o treinador não pretende tirar um ano sabático e já desperta o interesse imediato de gigantes como Tottenham, Liverpool e Bayern de Munique. Embora o seu nome representasse o “projeto dos sonhos” para substituir Sampaoli e elevar o Atlético-MG a um patamar mundial, a concorrência feroz da elite europeia e as exigências de um mercado de topo tornam a sua vinda para o Brasil uma possibilidade extremamente remota neste momento.

Joachim Löw

Foto: DFB/X

O mentor do título mundial da Alemanha em 2014 é um dos nomes mais respeitados do futebol global, embora não comande um clube desde 2004. Löw possui uma média de 1,87 pontos por partida ao longo de 404 jogos na carreira, número que sobe para 2,09 quando analisado apenas o seu período na Seleção Alemã. Sua preferência tática histórica é o 4-2-3-1, sistema que prioriza a posse de bola controlada, transições rápidas e uma alta taxa de acerto de passes, que costuma superar os 85% em suas equipas.

Atualmente, Löw mantém a postura de que seu foco principal é o comando de seleções nacionais, especialmente visando a Copa do Mundo de 2026. A situação de hoje indica que ele recusou recentemente uma oferta da seleção do Uzbequistão, mantendo-se livre para analisar propostas de federações que disputarão o Mundial. Embora a diretoria do Atlético-MG pudesse ver nele o perfil ideal para gerir um elenco com nomes como Hulk, o longo período de Löw fora do dia a dia dos clubes e sua declarada preferência por torneios de seleções tornam qualquer aproximação da Arena MRV um desafio diplomático e financeiro de proporções gigantescas.

Davide Ancelotti

Foto: Vitor Silva/Botafogo

O filho e fiel escudeiro de Carlo Ancelotti viveu em 2025 a sua primeira grande experiência como treinador principal, assumindo o Botafogo em julho. Davide comandou o clube carioca em 33 partidas, conquistando 15 vitórias, 10 empates e sofrendo 8 derrotas, o que lhe rendeu um aproveitamento de 55,5% e uma média de 1,67 pontos por jogo. Sua equipa destacou-se pela utilização do esquema 4-2-3-1, priorizando o equilíbrio tático e uma gestão de balneário herdada dos métodos do pai, mantendo o Botafogo competitivo na parte de cima da tabela.

No entanto, a sua passagem pelo futebol brasileiro terminou de forma abrupta em dezembro de 2025, após divergências com a diretoria do Glorioso. Atualmente, Davide Ancelotti está livre no mercado, mas a sua situação é singular: ele deve reintegrar a comissão técnica de Carlo Ancelotti na Seleção Brasileira para a disputa da Copa do Mundo de 2026. Para o Atlético-MG, Davide seria uma opção que une o frescor de novas ideias táticas europeias com uma vivência recente e prática das dificuldades do calendário brasileiro, embora o seu compromisso moral com a CBF para o Mundial seja o principal entrave para um projeto de longo prazo na Arena MRV.

Carlos Carvalhal

Foto: Braga

O experiente treinador português é um velho conhecido do radar atleticano, tendo seu nome ligado ao clube em diversas janelas. Carvalhal apresenta uma média de 1,54 pontos por jogo ao longo de sua extensa carreira, com um desempenho de destaque em sua última passagem pelo SC Braga, onde alcançou uma média de 1,88 pontos por partida. Suas equipas são reconhecidas pela versatilidade tática, frequentemente utilizando o 4-2-3-1 ou o 3-4-3, com foco em um futebol ofensivo, posse de bola e uma pressão defensiva alta, características que agradam à filosofia de jogo da Arena MRV.

Atualmente, Carvalhal está livre no mercado após encerrar seu vínculo com o Braga em junho de 2025. A situação de hoje, 12 de fevereiro, indica que o treinador tem sido alvo de sondagens de outros clubes brasileiros, como o Cruzeiro, mas ele mantém o desejo de um projeto que ofereça estabilidade e autonomia técnica. Por já ter manifestado admiração pelo futebol brasileiro e possuir um perfil que equilibra experiência europeia com um jogo plástico, Carvalhal surge como uma das opções mais realistas e qualificadas para assumir o lugar deixado por Sampaoli, caso a diretoria opte por uma solução estrangeira já adaptada às especulações do mercado nacional.

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Rodrigo Samuel

Graduando em Jornalismo pela UFMG. Estagiário no Grupo Bel desde setembro de 2025.

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