A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) negou ter aumentado o salário dos presidentes das federações estaduais de R$ 50 mil para R$ 215 mil mensais. A informação foi divulgada pela Revista Piauí na manhã desta sexta-feira (4/4).
De acordo com a publicação, o suposto aumento faria parte de uma estratégia do presidente Ednaldo Rodrigues para garantir sua reeleição por mais quatro anos à frente da entidade, o que se confirmou no dia 24 de março. Ele recebeu o apoio de 100% das federações estaduais e de todos os clubes das séries A e B do futebol brasileiro.
Procurada pela reportagem da Rede 98, a CBF negou os valores divulgados e classificou a informação como “irreal”.
Em nota divulgada, a CBF explicou ainda que as remunerações dos presidentes de federações variam de acordo com suas atuações em vice-presidências e comissões de trabalho da confederação. A entidade afirmou também que não procedem as informações divulgadas pela Rede 98.
Confira, na íntegra, a nota da CBF:
“Não procede. As remunerações dos presidentes de federações variam de acordo com suas atuações em vice-presidências e comissões de trabalho da confederação.”