PUBLICIDADE
PUBLICIDADE

Neymar tem média de menos de um jogo por mês desde 2023

Siga no

Neymar tem média de um jogo a cada 40 dias desde 2023 (Foto: Raul Barttea/Santos)

Compartilhar matéria

O atacante Neymar voltou a sentir um problema muscular na coxa esquerda e precisou deixar o campo durante o duelo entre Santos e Atlético, na Vila Belmiro. A lesão ocorreu aos 34 minutos do primeiro tempo, pouco depois de o craque retornar aos gramados, após se recuperar do mesmo problema em março deste ano. Na ocasião, a contusão já havia o tirado das semifinais do Campeonato Paulista e das duas primeiras rodadas do Brasileirão.

O histórico de lesões de Neymar vem se tornando cada vez mais frequente, e sua presença em campo, cada vez mais rara. Em outubro de 2023, durante uma partida das Eliminatórias contra o Uruguai, o camisa 10 sofreu uma grave lesão no joelho, que o afastou por mais de um ano. Desde então, tem convivido com novos problemas físicos e feito poucas aparições.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Segundo dados do Sofascore, plataforma especializada em estatísticas esportivas, entre agosto de 2023 e abril de 2025, Neymar acumulou apenas 1330 minutos em campo, somando as partidas por Al-Hilal, Santos e Seleção Brasileira. Uma média de 0,75 jogo por mês ou, um jogo a cada 40 dias.

Repercussão internacional

A nova lesão do camisa 10 repercutiu fortemente na imprensa internacional, que classificou o momento como “um calvário infinito”. Os veículos destacaram o baixo tempo de Neymar em campo e afirmaram que sua situação “vai de mal a pior”.

Jornais como As e Marca (Espanha), Bild (Alemanha), La Gazzetta dello Sport (Itália) e A Bola (Portugal) noticiaram a nova lesão e deram destaque à cena de Neymar deixando o gramado chorando.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Além da imprensa, a notícia também movimentou as redes sociais. Diversos usuários do X (antigo Twitter) lamentaram a contusão e demonstraram descrença quanto a uma possível volta do jogador ao alto nível.

“É necessário aceitar, de uma vez por todas, que Neymar acabou. São quase 3 anos de um atleta com o corpo esfacelado”, escreveu um internauta.


“O Brasil precisa aceitar que o instagramer Neymar não joga mais. Ele se aposentou em 2023, mas ninguém quer enxergar isso”, postou outro.

Situação indefinida

Com contrato válido até junho, Neymar tem apenas mais oito jogos a disputar pelo Santos. A ideia inicial do camisa 10 era recuperar a boa forma no clube que o revelou e, em seguida, retornar à Europa, onde brilhou com sua conhecida “ousadia e alegria”.

No entanto, os recorrentes problemas físicos tornam esse retorno ao futebol europeu cada vez mais improvável — e o sonho de conquistar o hexa pela Seleção Brasileira também parece mais distante a cada nova lesão.

Compartilhar matéria

Siga no

Arthur Albuquerque

Jornalista que cobre o dia a dia do futebol brasileiro para o digital da Rede 98. Acumula passagem pela TV Alterosa entre 2021 e 2023.

Webstories

Mais de Entretenimento

Mais de Futebol no Brasil

Deputado manda ofício à CBF pedindo convocação de Neymar para Copa

Independiente Medellín x Flamengo é cancelado após confusão e protesto nas arquibancadas

Goleiro Fábio atinge outro recorde na carreira; Saiba mais

Neymar pede desculpas a Robinho Jr. após agressão: ‘Acabei me excedendo’

Fluminense anuncia a contratação de Hulk até 2027

Santos publica nota oficial sobre situação envolvendo Neymar e Robinho Jr.

Últimas notícias

Cuello reprova empate do Atlético com o Botafogo na Arena MRV: ‘não podemos negociar a vitória’

‘Não podemos relaxar’, Alexsander cobra elenco do Atlético por desatenção nas últimas partidas

Domínguez lamenta novo erro em bola aérea do Atlético: ‘gosto de derrota’

Atlético sofre novamente com bola aérea, e fica só no empate com o Botafogo na Arena MRV

VÍDEO: como foi a despedida de Hulk na Arena MRV

Torcida do Atlético protesta contra diretoria após homenagem a Hulk na Arena MRV

Por que Ruan Tressoldi ficou de fora de Atlético x Botafogo?

 Hulk se despede do Atlético na Arena MRV e declara: ‘amo vocês eternamente’

PM usa bombas, gás e ‘corredor polonês’ em desocupação da reitoria da USP