PUBLICIDADE
PUBLICIDADE

Zé Roberto Guimarães deve deixar comando da seleção após Jogos Olímpicos de 2028

Siga no

José Roberto Guimarães, técnico da seleção feminina de vôlei | FOTO: Wallace Teixeira/FV Imagem/CBV

Compartilhar matéria

O fim da ‘era José Roberto Guimarães’ na seleção feminina de vôlei pode estar perto do fim. Após mais de 20 anos no comando do Brasil no vôlei mundial, o técnico afirmou que deve encerrar o ciclo após os Jogos Olímpicos de Los Angeles em 2028.

Em entrevista ao Olympics.com, Zé Roberto afirmou que encerra a sua “participação na seleção em 2028. Gostaria de encerrar bem e fazer tudo possível pra gente chegar no pódio. Temos dois anos pra trabalhar forte, tentar os resultados e também no Mundial do ano que vem”. No último domingo, o vôlei feminino do Brasil foi campeão do Sul-Americano e conquistou vaga para o torneio olímpico.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Los Angeles marcará a 10ª Olimpíada de Zé Roberto, tanto como jogador ou treinador. Até hoje, é o único brasileiro a ter conquistado três ouros olímpicos: o primeiro, como treinador da seleção masculina nos Jogos de Barcelona, em 1992. Depois, foi bicampeão com o Brasil no feminino, em Pequim 2008 e Londres 2012.

Além das medalhas de ouro, Zé Roberto ainda soma a prata em Tóquio 2020 e o bronze nos Jogos de Paris, realizados em 2024.

Campeão Sul-Americano mais uma vez

No domingo (13/9), o Brasil venceu a Argentina para se sagrar, mais uma vez, campeão Sul-Americano de Vôlei feminino. No mesmo torneio, garantiu a vaga para a Olimpíada por ter ficado com o título. Após a partida contra as rivais, Zé Roberto relembrou as dificuldades do ano, principalmente em relação a lesões que o grupo teve ao longo da temporada e os próximos passos da seleção feminina.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

“Em termos de planejamento, podemos respirar um pouco mais. Claro que temos competições importantes ano que vem, como o Mundial, que antecede os Jogos Olímpicos, mas já temos a vaga garantida e isso é muito importante”, cravou.

“Foi um ano atípico e difícil, porque não tivemos todas as jogadoras disponíveis o tempo inteiro. Corremos contra o tempo e tivemos muita preocupação com as recuperações, e algumas não conseguiram se recuperar, como a Julia e a Rosa. Espero que ano que vem nada aconteça de ruim com a seleção nacional. Foi muito difícil, mas foi coroado com um resultado positivo no campeonato mais importante do ano”, finalizou o comandante.

Compartilhar matéria

Siga no

Débora Elisa

Produtora na Rede 98 desde janeiro de 2026. Antes, repórter multimídia e colunista em O TEMPO, com experiência em coberturas esportivas e de variedades. Apresento o 'Tudo Menos Futebol', programa semanal de esportes olímpicos da casa.

Webstories

Mais de Entretenimento

Mais de Mais Esportes

Fórmula 1 voltará à África após 37 anos; veja onde será novo circuito

Concorra a um par de ingressos para a final do Mineiro de Vôlei masculino!

PROMO: Concorra a um par de ingressos para as semifinais do Campeonato Mineiro de Vôlei Masculino

Carolana, medalhista olímpica do vôlei, revela diagnóstico de câncer

NFL supera Flamengo x Cruzeiro e bate recorde de público no Brasil em 2026

Brasil conquista bronze nos mundiais paralímpicos de judô e triatlo

Últimas notícias

Flávio diz que El Salvador ‘é pouco’ e promete penas mais duras

Câmara de BH aprova programa de apoio à amamentação em emergências

Ronaldinho Gaúcho manda recado ao Atlético antes de semifinal da Sul-Americana

Fim da escala 6×1: autor prevê conclusão da PEC na próxima semana

Paulinho reencontra ex-companheiros no Cruzeiro e avisa: ‘Vim para ajudar de outro lado’

‘Temos oito finais’: Paulinho prioriza Brasileirão e evita falar sobre 2027 do Cruzeiro

Pedrinho desabafa após críticas: ‘Eu não preciso do futebol, o futebol é que precisa de mim’

‘Polícia precisa ser proativa’, diz especialista sobre segurança pública no plano de Cleitinho

Terror supera drama sobre Facebook na bilheteria dos EUA