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30 de junho de 2002: o dia em que o Brasil virou pentacampeão

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Penta em Yokohama: relembre a manhã histórica de 2002 (Foto: Arquivo / CBF)

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No dia 30 de junho de 2002, às 8h da manhã, milhões de brasileiros pararam para assistir a um momento histórico: a conquista do pentacampeonato mundial de futebol. Em Yokohama, no Japão, a seleção derrotou a Alemanha por 2 a 0, com dois gols de Ronaldo Fenômeno.

O penta consagrou uma geração marcada por talento, superação e redenção, e até hoje provoca nostalgia em milhões de torcedores. Passados 23 anos, relembramos os bastidores, as curiosidades e os momentos inesquecíveis daquele título que selou o Brasil como o maior vencedor de Copas do Mundo , até hoje, diga-se de passagem.

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Antes da convocação, Felipão fez uma das escolhas mais comentadas: deixou Romário de fora do grupo. Apostou em Rivaldo e em Ronaldo, que vinha de uma grave sequência de lesões — decisão que acabaria entrando para a história (Foto: Arquivo / CBF)

Primeira Copa na Ásia e em dois países

A edição de 2002 foi histórica antes mesmo de começar: foi a primeira (e única até hoje) Copa do Mundo realizada em dois países, Japão e Coreia do Sul. Também foi a primeira vez que o torneio aconteceu no continente asiático. Por isso, os jogos foram realizados em horários atípicos para o público brasileiro. Por causa do fuso horário do Japão, os torcedores acordavam de madrugada para acompanhar a campanha vitoriosa da seleção.

Outro momento inesquecível veio nas quartas de final. Ronaldinho Gaúcho marcou um dos gols mais icônicos da Copa, em cobrança de falta de longa distância contra a Inglaterra (Foto: Arquivo / CBF)

O trio mágico: Ronaldo, Rivaldo e Ronaldinho

O Brasil contou com um ataque irresistível, formado por três jogadores que, posteriormente, foram eleitos os melhores do mundo. Ronaldo Fenômeno, que havia superado graves lesões nos joelhos, foi a grande estrela da competição. Terminou como artilheiro da Copa, com oito gols. Ao seu lado, Rivaldo teve atuações decisivas em praticamente todas as partidas, enquanto Ronaldinho Gaúcho marcou um dos gols mais icônicos da Copa, em cobrança de falta contra a Inglaterra, nas quartas de final. No banco de reservas, ainda tínhamos Kaká, que, anos depois, também seria eleito o melhor jogador do mundo.

A redenção de Ronaldo

A final contra a Alemanha teve um sabor especial para Ronaldo. Quatro anos antes, em 1998, ele viveu o drama da convulsão na véspera da decisão contra a França, que terminou com derrota. Em 2002, o camisa 9 brilhou: marcou os dois gols da decisão e foi eleito o melhor jogador da partida. Sua comemoração com o famoso “corte cascão” virou moda entre as crianças brasileiras.

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O legado

A conquista do Penta consolidou a imagem do Brasil como o país do futebol, com cinco títulos em apenas oito décadas de Copas. Aquela geração virou referência para os anos seguintes e ajudou a projetar ainda mais nomes como Kaká, que fazia sua estreia em Copas, além de jogadores como Gilberto Silva, Belletti e Kléberson.

No banco de reservas, havia talento de sobra. Kaká, então jovem promessa, ainda esperava sua vez, mas anos depois também seria eleito o melhor jogador do mundo (Foto: Arquivo / CBF)

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