A prorrogação da navegação turística na Lagoa da Pampulha deve custar R$ 759 mil aos cofres da Prefeitura de Belo Horizonte. O valor se soma aos R$ 822 mil já gastos na fase inicial do projeto, iniciada em dezembro, quando o serviço operou por 120 dias.
Com isso, o investimento total na iniciativa ultrapassa R$ 1,5 milhão em pouco mais de seis meses de operação. A nova etapa, que começa nesta terça-feira (14/4), mantém o caráter experimental e tem como objetivo avaliar o desempenho do serviço em um cenário diferente, durante o período seco, quando o nível da lagoa costuma baixar.
Os passeios são realizados no catamarã “Capivarã”, com capacidade para até 30 pessoas, incluindo equipe e guia. Ao longo da primeira fase, cerca de 4,8 mil passageiros participaram das viagens gratuitas, com ingressos disponibilizados online e três saídas diárias.
Considerando os valores investidos até agora, o custo médio por passageiro na etapa inicial gira em torno de R$ 170. Com a ampliação do projeto, esse cálculo pode ser diluído, a depender da adesão do público nos próximos meses.
A prefeitura afirma que essa nova fase será determinante para avaliar a viabilidade técnica e operacional da navegação turística na Pampulha e embasar uma possível continuidade definitiva do serviço.
