PUBLICIDADE
CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Ônibus articulados do Move podem deixar as ruas de BH; entenda

Siga no

Os veículos "sanfonados" podem ser trocados pelos coletivos convencionais - (Tom Braga)

Compartilhar matéria

Belo Horizonte pode ficar sem os ônibus articulados do Move. As empresas que fazem o transporte público da cidade negociam com a Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) a troca deste tipo de coletivo para os veículos convencionais.

As concessionárias alegam que os veículos sanfonados, como são popularmente conhecidos, passam constantemente por manutenção. Com a retirada de circulação para os ajustes, viagens deixam de ser cumpridas com pontualidade. Outro argumento das empresas é o custo mais alto.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Atualmente, segundo o Setra-BH, Belo Horizonte conta com 189 veículos articulados em sua frota, sendo que 164, que corresponde a 87%, estão empenhados na operação em dia útil. Cada um transporta, em média, 118 passageiros, sendo 40 assentados e 78 em pé.

A frota total de ônibus da capital mineira é de 2.703, contanto dos veículos Padrons, os convencionais e os articulados.

O principal ponto de discussão entre prefeitura e as empresas é a redução do número de pessoas transportadas durante as viagens. A diminuição pode chegar a 40%.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Troca até o fim de 2026

Por meio de nota, a Prefeitura de BH afirmou que a frota atual de veículos articulados do Move tem vida útil de 12 anos, conforme estabelece decreto publicado em 2023. Com isso, está prevista a retirada gradual desses veículos até o final de 2026.

“Para garantir a continuidade e a qualidade do serviço prestado, a PBH está conduzindo uma análise abrangente das necessidades do sistema, avaliando alternativas para a substituição da frota. A estratégia em estudo considera uma abordagem mista, que pode incluir a renovação com novos veículos articulados, bem como com outros modelos de ônibus que atendam às exigências de capacidade e conforto”, afirmou.

O Executivo Municipal informou, ainda, que estudos apontam que algumas linhas operadas com veículos articulados podem ser atendidas com outros tipos de veículos disponíveis no mercado, sem prejuízo à qualidade do serviço.

Compartilhar matéria

Siga no

João Henrique do Vale

Jornalista formado em Comunicação Social pela UNA e pós-graduado em Comunicação em Saúde pela ESP-MG. Trabalhou por 10 anos no Jornal Estado de Minas. Com passagens, também, pela TV Horizonte e Rádio Inconfidência.

Webstories

Mais de Entretenimento

Mais de BH e região

Chuva dá o tom do fim de semana em BH, mas deve dar trégua já nos próximos dias

Fiemg lidera coalizão empresarial mineira em favor da estabilidade institucional e liberdade

Motorista de BH fica sem gasolina e recebe ajuda de motociclista mascarado

Clássico de risco: PM detalha operação ‘pente-fino’ com escolta de cruzeirenses e cerco a flanelinhas

Defesa Civil interdita faixa da MG-356 por risco de deslizamento de pedras

Carnaval de BH terá escola temporária para filhos de ambulantes e catadoras de recicláveis: ‘luta de muitos anos’

Últimas notícias

Arena MRV de portas abertas: Clássico Mineiro com torcida mista e duelo de gigantes no banco

Após 7 anos, tragédia de Brumadinho será examinada na Justiça

Mega-Sena acumula e prêmio principal vai para R$ 92 milhões

América e Uberlândia empatam no Parque do Sabiá

FGC alerta para golpes em pagamentos de garantias de instituições liquidadas

Planalto instala grades para chegada de manifestantes comandados por Nikolas Ferreira

Acidente entre caminhões provoca explosão e deixa motorista morto na BR-365, no Triângulo Mineiro

PSOL, UNE e Educafro acionam STF contra lei que proíbe cotas raciais em SC

Rapaz que se perdeu no Pico do Paraná vira Sir Roberto da Montanha em propaganda de série