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Orquestra Infantojuvenil abre 200 vagas em BH para estudantes da rede municipal

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Ludmila Souza

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Projeto oferece novas vagas em dois polos e amplia acesso à formação musical gratuita. (Foto: Divulgação / PBH)

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Estudantes da Rede Municipal de Educação poderão se inscrever para participar da Orquestra Infantojuvenil de Belo Horizonte. As inscrições começaram nessa quinta-feira (11/6) e seguem até 22 de junho, com oferta de 200 vagas em dois novos polos na capital mineira.

As oportunidades são destinadas a estudantes do 4º ao 8º ano do Ensino Fundamental da Rede Municipal de BH.

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As inscrições devem ser feitas presencialmente em um dos dois polos:

  • POEINT Barreiro, na Praça Modestino de Sales Barbosa, 11, Bairro Flávio Marques Lisboa
  • CAC Venda Nova, na Rua João Ferreira da Silva, 285, Mantiqueira

No total, serão 100 vagas em cada unidade.

Seleção dos estudantes

Para participar, é necessário apresentar documento de identidade do estudante e do responsável no momento da inscrição.

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Caso o número de inscritos ultrapasse as vagas disponíveis, serão realizadas entrevistas com os candidatos e suas famílias.

A organização informa que não é exigido conhecimento prévio em música. Estudantes com interesse e aptidão para a área podem participar.

Também estão previstas reuniões com as famílias para apresentação do projeto e alinhamento das atividades.

Sobre o projeto

A Orquestra Infantojuvenil é uma iniciativa do Projeto Cariúnas em parceria com a Secretaria Municipal de Educação.

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O objetivo é descentralizar o ensino musical e ampliar o acesso dos estudantes a uma formação orquestral estruturada.

Atualmente, o projeto atende 55 estudantes em uma unidade localizada no bairro Planalto. Com a expansão, serão três unidades ativas na cidade.

O Projeto Cariúnas atua desde 2015 em parceria com a rede municipal por meio do Programa de Atendimento Educacional Integrado (PAEI).

A iniciativa atende 320 estudantes e também oferece atividades de musicalização, teatro e dança.

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Criado há 29 anos em Belo Horizonte, o projeto utiliza a arte como ferramenta de formação humana, cidadã e de inclusão social.

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Ludmila Souza

Graduada em jornalismo pela Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop). É fotógrafa e amante de narrativas visuais.

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