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Sem acordo com a PBH, 17 linhas do suplementar vão deixar de rodar em outubro

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Sindipautras / Instagram / Reprodução

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Belo Horizonte pode ficar sem boa parte do transporte suplementar de passageiros, a partir do mês de outubro. Segundo o Sindpautras, sindicato que representa a categoria, 17 linhas deixam de rodar a partir do dia 30 de setembro.

“Informo que as linhas suplementares abaixo deixarão de funcionar no dia 30/09/2023 uma vez que até a presente data a não PBH não quis manifestar-se acerca de um novo TAC com o MP (que se diz favorável a realização)”, afirmou o sindicato, por meio de nota.

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Segundo o Sindipautras, 31 ônibus vão deixar de circular, em uma movimentação que pode afetar 12.400 passageiros por dia. O impacto pode chegar a 322 mil passageiros por mês.

Segundo o presidente do Sindicato do Transporte Suplementar em BH, Júlio César Guimarães, o Ministério Público é favorável a prorrogação do prazo para que os Suplementares possam continuar operando. “Atualmente são 300 permissões para atender 26 linhas. Se perdermos estas 31 permissões, não teremos condições de atender toda a demanda. Como não houve um processo licitatório aberto, cabe ao prefeito Fuad Noman aceitar e assinar em favor de prorrogar essas datas e assim, poderemos ter todos os 31 véiculos em condição de circular e operar. Lembrando que dessas 31 permissões, praticamente metade teria que parar de operar no final deste mês“, afirma Júlio César.

Veja as linhas afetadas:

  • S10- São Francisco/BH shopping;
  • S85- São Marcos/ Minas Shopping;
  • S55- Santa Monica – Minas Shopping;
  • S 60- jardim Leblon – Letícia/ Venda Nova;
  • S61- Mantiqueira / Estação Vilarinho;
  • S31- Petrópolis/Barreiro;
  • S32- Itaipu -Cardoso;
  • S33- Milionários/ Lindeia;
  • S20- Palmeiras/Serra;
  • S21- Dom Cabral/ BH Shopping;
  • S70- Felicidade/Shopping Del Rey;
  • S66- Tupi /Jardim Europa;
  • S65- São Bernado/ Minas Caixa;
  • S64- Circular Venda Nova;
  • S-50 Nova Vista / UFMG;
  • S-53 Confisco/ São Gabriel;
  • S-54 Dom Bosco/ Sopping Del Rey.

Motoristas do transporte suplementar de Belo Horizonte pedem um repasse maior do subsídio de R$ 512 milhões, pago pela Prefeitura de Belo Horizonte às empresas do transporte público de passageiros da capital. O repasse de 10% do montante chegou a ser aprovado na Câmara Municipal, mas proposta foi vetada pelo prefeito Fuad Noman (PSD). O suplementar tem direito atualmente 3% do repasse feito pela PBH.

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