A partir deste sábado (8/8), as tarifas do Serviço de Transporte por Táxi de Belo Horizonte serão reajustadas, conforme portaria publicada no Diário Oficial do Município (DOM). O valor constante no taxímetro no início da corrida passa de R$ 5,15 para R$ 5,40.
O quilômetro rodado da bandeira 1 passa de R$ 4,11 para R$ 4,50, e na bandeira 2 de R$ 4,92 para R$ 5,40. O valor de correção para uma corrida média de 5 quilômetros é de 8,6% e o da hora parada passa de R$ 35,48 para R$ 39.
Transportar um carrinho de supermercado permanece com valor de R$ 2,40. O valor para transportar volume com dimensões acima de 60 cm também fica o mesmo: R$ 1,80.
O reajuste atende solicitação da categoria, que está em constante diálogo com a Prefeitura. O último reajuste das tarifas do serviço de táxi foi em junho de 2025.
Valores do serviço
Passageiro/lotação (Mineirão):
– Mineirão/Centro de BH: R$ 25
– Mineirão/Centro de Contagem: R$ 25
– Mineirão/Contagem (Cidade Industrial): R$ 25
Passageiro/lotação (Independência):
– Arena Independência/Centro de BH/Savassi: R$ 25
– Arena Independência/Centro de Contagem: R$ 25
– Arena Independência/Contagem (Cidade Industrial): R$ 25
Passageiro/lotação (Arena MRV):
– Arena MRV/Centro de BH/Savassi: R$ 25
– Arena MRV/Centro de Contagem: R$ 25
Passageiro/lotação (Mirante BH):
– Mirante BH/Centro de BH/Savassi: R$ 50
– Mirante BH/Centro de Contagem: R$ 50
– Mirante BH/Contagem (Cidade Industrial): R$ 50
A tarifa do serviço de Táxi Lotação não será alterada.
As viagens para o Aeroporto de Confins serão cobradas pelo valor no taxímetro, sem a incidência da taxa de retorno. A tabela oficial com os novos valores será afixada no vidro traseiro esquerdo do veículo.
Demanda da categoria
O reajuste atende a uma reivindicação antiga dos taxistas. Em entrevista à 98 News, no dia 14 de julho, o presidente do Sindicato dos Taxistas de Belo Horizonte, João Paulo de Castro Dias, afirmou que a categoria buscava uma nova atualização das tarifas para compensar o aumento dos custos de operação. Segundo ele, os taxistas ficaram seis anos sem reajuste e, após a correção concedida no ano passado, defendiam uma recomposição gradual dos valores.
“Nós tivemos um reajuste no ano passado e agora pedimos uma nova atualização para manter a qualidade do serviço prestado à população”, afirmou. De acordo com o sindicalista, o aumento é necessário para acompanhar a alta de despesas como combustível, manutenção e renovação da frota.