A OMS (Organização Mundial da Saúde) confirmou o surgimento de uma nova cepa recombinante do vírus causador da Mpox, com a identificação de dois casos globais até o momento: um no Reino Unido e outro na Índia.
A nova variante une material genético de duas cepas conhecidas (clados Ib e IIb), e a entidade pede vigilância contínua aos países para rastrear possíveis infecções não detectadas, já que os pacientes adoeceram com semanas de intervalo e sem contato direto. O risco global permanece inalterado: moderado para grupos de risco específicos e baixo para a população em geral.
No Brasil, o alerta ganha força durante o Carnaval. A capital Porto Alegre registrou um novo caso da doença neste ano, com infecção ocorrida fora do município. Diante das aglomerações da folia, a Prefeitura reforçou as orientações preventivas.
A MPOX é uma doença causada por um vírus que pertence ao mesmo grupo da varíola.
Os sintomas iniciais aos quais os foliões devem ficar atentos incluem febre, dor de cabeça, dores musculares, fraqueza e ínguas. Na sequência, ocorre o surgimento de lesões e bolhas na pele, que são a principal via de contágio pelo contato direto.
A transmissão ocorre principalmente pelo contato direto com lesões na pele, secreções respiratórias e saliva. As autoridades recomendam evitar o contato físico prolongado com pessoas que apresentem feridas ou bolhas suspeitas e manter a higienização frequente das mãos.
