O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria, nesta quinta-feira (28/8), para manter a prisão do ex-jogador Robinho, preso em São Paulo desde março de 2024. Ele cumpre condenação de nove anos de prisão decretados pela Justiça da Itália por participação em um estupro coletivo ocorrido em 2013, em Milão.
Seis dos onze ministros já votaram contra a soltura: Luiz Fux, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, André Mendonça, Cristiano Zanin e Edson Fachin. O julgamento, realizado em plenário virtual, será encerrado nesta sexta-feira (29/8).
A análise ocorre após recurso da defesa contra a decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que reconheceu a sentença italiana e determinou a execução da pena no Brasil.
O único voto favorável à libertação de Robinho até o momento foi o do ministro Gilmar Mendes, que defende que a prisão só poderia ocorrer após o esgotamento de todos os recursos no STJ.