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Mulher é resgatada de helicóptero após picada de cobra na Serra do Cipó

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Ludmila Souza

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A vítima foi conduzida para o HPS João XXIII, em Belo Horizonte. (Foto: Divulgação / CBMMG)

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Uma mulher de 39 anos precisou ser socorrida neste sábado (30/5) após ser picada por uma cobra durante uma trilha no Vale do Travessão, área localizada no Parque Nacional da Serra do Cipó, em Santana do Riacho, na Região Central de Minas Gerais.

De acordo com o Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG), a vítima foi atacada por uma serpente que, preliminarmente, pode ser da espécie jararaca. Ela sofreu uma picada na perna, abaixo do joelho, e permaneceu consciente e com quadro estável enquanto aguardava atendimento.

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Diante da dificuldade de acesso ao local, os bombeiros acionaram o helicóptero Arcanjo 14 para realizar o resgate da mulher e agilizar o encaminhamento para atendimento no hospital João XXIII.

Trilha é uma das mais conhecidas da região

O Vale do Travessão está entre os roteiros mais procurados do Parque Nacional da Serra do Cipó. O percurso possui entre 18 e 20 quilômetros de extensão, considerando ida e volta, e pode variar conforme o trajeto escolhido pelos visitantes.

A caminhada costuma durar de quatro a seis horas e é considerada de nível moderado a difícil. Ao longo do percurso, os visitantes encontram atrativos naturais e históricos, como formações rochosas, mirantes, cachoeiras e sítios com pinturas rupestres.

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Região abriga espécies de serpentes peçonhentas

A Serra do Cipó faz parte de uma área de grande diversidade ambiental e abriga diferentes espécies de serpentes, incluindo exemplares de jararaca, uma das cobras peçonhentas mais comuns do Brasil.

Em casos de acidente com esse tipo de animal, a recomendação é procurar atendimento médico o mais rápido possível. O envenenamento pode provocar sintomas como dor intensa, inchaço, alterações na coloração da pele e sangramentos, além de complicações mais graves quando não tratado adequadamente.

O tratamento é realizado com a aplicação de soro antiofídico em unidades de saúde habilitadas, procedimento considerado essencial para reduzir os efeitos do veneno e evitar agravamentos.

*Matéria em atualização

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Ludmila Souza

Graduada em jornalismo pela Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop). É fotógrafa e amante de narrativas visuais.

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