Resumo
A PF prendeu quatro brasileiros deportados dos EUA ao desembarcarem em BH;
Três estavam na lista vermelha da Interpol e eram procurados por crimes graves;
Os presos foram levados para o Ceresp Gameleira;
A Polícia Federal prendeu, nessa quarta-feira (6/5), quatro brasileiros que desembarcaram no Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins, após serem deportados dos Estados Unidos.
Segundo a PF, três dos detidos estavam com os nomes incluídos na Difusão Vermelha da Interpol, mecanismo usado para localizar pessoas procuradas internacionalmente.
Quem são os presos?
Entre os detidos está um homem de 41 anos, natural de Novo Oriente de Minas, no Vale do Mucuri. Ele foi condenado a 17 anos e quatro meses de prisão por homicídio qualificado e ocultação de cadáver.
De acordo com a Polícia Federal, o crime ocorreu em 2007, na zona rural de Ataléia, também no Vale do Mucuri. O mandado de prisão foi expedido pela 1ª Vara Criminal de Teófilo Otoni.
Outro preso, de 48 anos, é natural de Mantenópolis, no Espírito Santo. Ele era procurado pela Justiça de Rondônia e é acusado de ameaçar a ex-companheira e o filho menor do casal.
Segundo as investigações, mesmo morando fora do país, ele teria enviado áudios e imagens de armas de fogo às vítimas e tentado contratar integrantes de facções criminosas para executar o crime em Rondônia.
O terceiro homem, de 38 anos, tinha prisão definitiva decretada por homicídio qualificado pela 2ª Vara Criminal de Governador Valadares. A pena fixada é de 12 anos de reclusão.
Quarto preso não estava na lista da Interpol
Além dos três procurados internacionalmente, a PF também prendeu um homem de 30 anos que tinha mandado de prisão preventiva em aberto.
Ele é investigado por crime de trânsito e desacato. Nesse caso, não havia Difusão Vermelha da Interpol.
O que aconteceu após o desembarque?
Após a chegada ao Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, os mandados judiciais foram cumpridos pela Polícia Federal.
Os presos passaram por exame de corpo de delito e foram encaminhados ao Ceresp Gameleira, em Belo Horizonte, onde permanecem à disposição da Justiça.
