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Mineirão faz homenagem para Lô Borges antes de Cruzeiro x Fluminense

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Músicou revelou início da paixão pelo clube e peripécias da adolescência em revista de 1996 (Imagens cedidas à Rede 98/Henrique Salmaso)

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Um dos maiores nomes da música mineira e brasileira, Lô Borges será homenageado pelo estádio Mineirão antes da partida entre Cruzeiro e Fluminense, no próximo domingo (9/11).

As músicas do cantor serão tocadas nos alto-falantes do estádio desde a abertura dos portões, às 13h, até o início da partida, às 16h. Os sucessos de Lô Borges poderão ser ouvidos na esplanada do Mineirão, nos corredores e nas arquibancadas.

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Segundo a assessoria de imprensa do estádio, a playlist da “Rádio Mineirão” contará com programação predominantemente composta por músicas de Lô Borges, além da realização de um minuto de silêncio antes da bola rolar.

Confira todas as músicas selecionadas:

“O Trem Azul”

“Clube da Esquina nº 2”

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“Um Girassol da Cor do Seu Cabelo”

“Quem Sabe Isso Quer Dizer Amor”

“Paisagem da Janela”

“Tudo Que Você Podia Ser”

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“Para Lennon e McCartney”

“Dois Rios”

“Feira Moderna”

“Sonhando o Futuro”

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“Você Fica Melhor Assim”

“Canção Postal”

“O Caçador”

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“Homem da Rua”

“Não Foi Nada”

“Pensa Você”

“Fio da Navalha”

“Pra Onde Vai Você”

“Calibre”

“Faça Seu Jogo”

“Não Se Apague Esta Noite”

“Aos Barões”

“Como o Machado”

“Toda Essa Água”

“Nuvem Cigana”

“Manuel, o Audaz”

“Vento de Maio”

“Equatorial”

“Trem de Doido”

“Todo Prazer”

“Santa Tereza”

“Céu de Giz”

“Minas e Marte”

“Na Curva de um Rio”

Lô Borges e o Cruzeiro

Lô Borges não era cruzeirense por herança, mas por convicção. O destino, com a ajuda de um clássico entre Cruzeiro e América, tratou de dar um empurrãozinho. Da arquibancada do Independência, em meados de 1962, Lô se apaixonou pelo azul estrelado e pediu ao pai, americano convicto, um presente de Natal muito específico: um jogo de botão do time que havia encantado seus olhos.

Foi assim que começou a história de amor que atravessou décadas, canções e até brigas familiares. O caso foi descrito pelo próprio artista numa reportagem especial da edição de 1996 da Revista do Cruzeiro. Além do início da paixão pelo futebol, Lô falou sobre a influência da Raposa na sua música e as peripécias que aprontou na adolescência para ver a equipe mineira jogar.

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