PUBLICIDADE
PUBLICIDADE

Moraes autoriza coronel da trama golpista a reduzir pena com leitura

Siga no

No ano passado, o militar foi condenado a 21 anos de prisão por seu envolvimento na trama golpista que tentou manter o ex-presidente Jair Bolsonaro ilegalmente no poder (Foto: Rosinei Coutinho/STF)

Compartilhar matéria

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou o coronel Marcelo Câmara a reduzir sua pena por meio de atividades de leitura e estudo.

No ano passado, o militar foi condenado a 21 anos de prisão por seu envolvimento na trama golpista que tentou manter o ex-presidente Jair Bolsonaro ilegalmente no poder.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Pela decisão, Câmara também poderá realizar cursos na modalidade ensino à distância (EaD), também para reduzir os dias de prisão.

A defesa havia solicitado autorização para que ele se matriculasse em um curso técnico em agronegócios pela Faculdade de Educação Profissional e Superior de Cuiabá (Faspec). Os advogados pedem ainda autorização para que ele possa trabalhar da prisão.

Antes de decidir sobre esse ponto, Moraes determinou que o Comando do Batalhão da Polícia do Exército, onde Câmara está custodiado, envie em 48 horas informações “claras e objetivas” sobre quais atividades devem ser desempenhadas pelo militar, em quais horários e dias da semana.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

De acordo com legislação penal, todo condenado pode reduzir um dia de pena a cada três dias trabalhados na prisão. No caso de estudos, um dia é subtraído para cada 12 horas de frequência escolar. No caso da leitura, são quatro dias para cada obra comprovadamente lida.

Acusação

Segundo os autos do processo, Câmara foi condenado por ter, entre outros atos criminosos, monitorado o próprio Moraes, com o objetivo de conhecer suas rotinas e eventualmente efetuar o sequestro e assassinato do ministro.

Assim como outros integrantes do Núcleo 2 da trama golpista, Câmara foi condenado por cinco crimes: organização criminosa armada, golpe de Estado, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, dano qualificado e deterioração do patrimônio tombado.

Compartilhar matéria

Siga no

Webstories

Mais de Entretenimento

Mais de Notícias

PF abre inquérito sobre vídeos que incitam ódio a mulheres no TikTok

Polícia Penal Federal critica visitas de advogados de Vorcaro sem monitoramento: ‘fator de preocupação’

Moraes determina arquivamento de inquérito contra Elon Musk

Bolsonaro pede autorização para receber assessor de Trump na prisão

Prouni 2026: prazo para entrega de documentos termina nesta sexta

CPMI do INSS recorre para manter quebra de sigilos de Lulinha

Últimas notícias

Minas registra menor taxa de desemprego da história, com 3,8% no fim de 2025

Neymar detona histórias ‘inventadas’ sobre sua ausência: ‘Tenho de ter saco para aturar vocês’

‘Da guarita pra fora’, lei que desobriga entregadores de subir em apartamentos passa em 1º turno em BH

Atlético tem menos de 10 mil ingressos vendidos para jogo com o Inter; veja parcial

USP desenvolve bateria de nióbio para energia

Explosão das motos pressiona segurança no trânsito

Agronegócio bate recorde e emprega 28 milhões

Petróleo cai e Ibovespa reage a tensão no Irã

Dependência de fertilizantes expõe agro brasileiro