PUBLICIDADE
PUBLICIDADE

Oposição intensifica pressão por impeachment de Toffoli após revelações sobre Banco Master

Siga no

Os senadores Eduado Girão e Damares Alves e o deputado Marcel vavn Hattem manifestaram contra Toffoli e o poder judiciário. (Foto: Saulo Cruz/Agência Senado)

Compartilhar matéria

A oposição ao governo federal e o partido Novo elevaram o tom contra o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), protocolando um pedido de impeachment que ganha novos desdobramentos em Brasília. O movimento fundamenta-se em denúncias de irregularidades envolvendo a atuação do magistrado em processos relacionados ao Banco Master. Parlamentares alegam que a conduta de Toffoli compromete a imparcialidade do Judiciário, exigindo uma resposta imediata das instituições para preservar a ordem democrática.

Durante recentes pronunciamentos, a senadora Damares Alves (Republicanos-DF) defendeu que é necessário “impor freios” aos membros da Suprema Corte, dizendo que nenhum magistrado deve ser tratado como “semideus”. Damares ainda completou manifestando o desejo de reformulação no STF. “Que a Suprema Corte e o ministro Fachin tenham coragem de ‘impeachmar’ quantos ministros forem necessários serem ‘impeachmados’. Não vai ficar só em um não. Eu acho que a gente vai ter que fazer uma grande limpeza naquela casa”.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

O senador Eduardo Girão (Novo-CE) reforçou que o pedido, apresentado originalmente em meados de janeiro, está sustentado por “fatos nebulosos” que exigem investigação profunda. Entre os pontos questionados estão contratos milionários e reuniões fora da agenda oficial do Governo entre o ex-dono do Master, Daniel Vorcaro, o presidente Lula, o presidente do Banco Central,Gabriel Galípolo, e o economista Guido Mantega.

Crise de credibilidade

O cenário de instabilidade não se restringe ao STF, alcançando também o Tribunal de Contas da União (TCU). O deputado Marcel van Hattem (Novo-RS) manifestou preocupação com relatos de supostas chantagens contra ministros do TCU, o que sugere uma rede de influência que compromete a autonomia de diferentes órgãos. Segundo o parlamentar, o país vive um momento de “esculhambação” institucional que exige uma varredura ética em todas as instâncias do poder público.

O caso tomou proporções ainda maiores após a decisão de Dias Toffoli de deixar a relatoria de investigações que envolvem o Banco Master, em meio ao crescente desgaste político. Mesmo com o recuo do ministro, os congressistas garantem que vão seguir pressionando pelo impeachment. Marcel van Hattem ainda afirmou que o Brasil precisa ser “passado a limpo” diante dos recentes escândalos políticos.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Compartilhar matéria

Siga no

Gustavo Macedo

Jornalista graduado pela PUC Minas em atividade na Rede 98 desde 2023

Webstories

Mais de Entretenimento

Mais de Notícias

Eleitor tem um mês para regularizar pendências e ficar apto a votar

De olho nas eleições, Luís Eduardo Falcão renuncia ao comando da AMM e à Prefeitura de Patos de Minas

Lula diz que Pix é do Brasil e não será modificado após relatório dos EUA

Moraes aumenta restrição para voos de drones na casa de Bolsonaro

PF indicia vereador de BH Lucas Ganem por suspeita de fraude em domicílio eleitoral

‘Não olho partido e vou anular o leilão’: Lula endurece discurso, critica Bolsonaro e mira eleições

Últimas notícias

Papa Leão XIV retoma tradição e carrega cruz durante toda a Via-Sacra no Coliseu

Cruzeiro enfrenta o São Paulo buscando sair da zona de rebaixamento; saiba onde assistir

Vini Jr. terá maior salário da La Liga e ultrapassa R$ 107 milhões por temporada

Homem morre após passar mal e cair de esteira em academia de BH

Mulher sobrevive a queda de 10 metros em cachoeira de MG

Cuidado redobrado na Páscoa: saiba por que chocolate é tóxico para cães

Após estreia, Artur Jorge deve ‘repetir a dose’ em Cruzeiro x São Paulo; veja provável escalação

Quando Alexsander volta a jogar pelo Atlético? Domínguez abre o jogo sobre retorno do volante

Álvaro Damião, um ano depois: muita presença, pouca arquitetura de governo