Morreu nesta sexta-feira (23/1) Leonardo Colombini, ex-secretário de Estado de Fazenda de Minas Gerais e servidor aposentado do Banco Central. A morte foi lamentada publicamente pelo ex-governador e atual ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), Antônio Anastasia, que destacou a trajetória técnica e o perfil humano do economista.
Em publicação nas redes sociais, Anastasia afirmou ter recebido a notícia com “profundo pesar” e definiu Colombini como um servidor dedicado, competente e comprometido com a gestão pública. Segundo ele, durante a gestão à frente do Governo de Minas, Colombini teve atuação de grande destaque na condução da política fiscal do Estado. “Não via a Fazenda Pública apenas pelos números. Era humano, sabia estabelecer prioridades para além das contas. Um homem bom”, escreveu.
Leonardo Colombini também mantinha relação próxima com o prefeito de Belo Horizonte, Fuad Noman (PSD), de quem era amigo pessoal. Ele passou a ocupar cargos na Prefeitura a partir de 2022, quando Fuad assumiu a chefia do Executivo municipal. Antes de ser indicado para a presidência da PBH Ativos, Colombini atuou como secretário municipal da Fazenda, função que exerceu de abril de 2022 a setembro de 2024. Ele deixou o cargo após a nomeação de João Fleury Teixeira para a pasta.
Formado em Ciências Contábeis, Colombini possuía especialização em Auditoria, Administração, Economia e Finanças. Ao longo da carreira, construiu um currículo amplo na administração pública. Foi secretário de Fazenda do Governo do Distrito Federal e, em Minas Gerais, exerceu os cargos de assessor especial, subsecretário do Tesouro, secretário-adjunto e secretário de Estado de Fazenda. Na esfera federal, atuou como assessor especial do ministro-chefe da Casa Civil da Presidência da República.
