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Bolsa Família: impacto fiscal vai além do reajuste

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O reajuste do Bolsa Família abre uma discussão sobre os efeitos fiscais e econômicos da ampliação das transferências de renda. Com a correção de 15,04%, o benefício mínimo passa a R$ 691 e o valor médio estimado chega a R$ 777 a partir de outubro. A análise de Isaque Carlos, da Economia 98 News, aborda o impacto da medida sobre o consumo, o mercado de trabalho, a focalização do programa e a sustentabilidade das despesas públicas.

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Izak Carlos

É economista-chefe do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG). Formado em economia pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), com MBA em Gestão Financeira pela Fundação Getúlio Vargas, mestrado e doutorado em economia aplicada pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), já atuou como economista, especialista e consultor econômico da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG). Izak também é sócio-diretor da Axion Macrofinance e Especialista do Instituto Millenium.

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