Expressões como “falta postura”, “não tem perfil”, “não houve fit” e “precisa de mais senioridade” são comuns em processos seletivos, avaliações e promoções, mas podem esconder critérios subjetivos quando não estão associadas a comportamentos ou competências concretas. A análise crítica do discurso, estudada pelo linguista Norman Fairclough, mostra como a linguagem também participa das relações de poder, e, no ambiente corporativo, palavras pouco precisas podem dificultar o questionamento de decisões que afetam reconhecimento e oportunidades profissionais.
