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Como a moeda forte pode blindar seu dinheiro da crise

Por

Gustavo Andrade

Gustavo Andrade
  • 01/10/2025
  • 11:27

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Visão Macro de hoje: vamos argumentar um pouco mais sobre a necessidade da instrumentalização ou da alocação de parte da poupança e das reservas de patrimônio em moeda forte.

Isso porque, diante de toda a volatilidade do nosso crescimento econômico e dos cenários políticos incertos, que aumentam ainda mais a incerteza, torna-se cada vez mais prudente proteger o patrimônio. Não apenas pelo risco político e econômico em si, mas também pela corrosão do poder de compra. Vale lembrar que a maior atribuição de um banco central é preservar a estabilidade da moeda, zelar pelo seu valor real e não simplesmente controlar a inflação.

Ou seja, precisamos olhar tanto em termos reais quanto em termos nominais. O fato é que o Brasil tem se empobrecido quando analisamos o ajuste cambial ao longo do tempo, especialmente após a pandemia. O diferencial de juros e de crescimento em relação a economias mais sólidas e estáveis tem levado a uma desvalorização vertiginosa da nossa moeda.

Quando falamos em alocar recursos em moeda forte, o raciocínio é simples: a volatilidade cambial nos torna mais pobres. Nosso objetivo deveria ser perpetuar patrimônio em termos reais, não apenas nominais. Aqui entram oportunidades em dólar, euro, libra e franco suíço. Por que cito essas moedas? Porque a grande maioria das demais, como o yuan, não é plenamente conversível, tem baixa usabilidade e ainda sofre restrições por conta de capital fechado.

Alocar em ativos atrelados a moedas fortes não significa simplesmente comprar papel-moeda. Trata-se de investir em instrumentos que gerem juros ou valorização de preços, como ações específicas, fundos imobiliários internacionais ou outros ativos de risco vinculados à variação cambial externa.

Assim, conseguimos escapar das nossas idiossincrasias locais, perpetuar o patrimônio com menos volatilidade, mais previsibilidade e maior segurança. A diversificação, afinal, é o verdadeiro ativo “livre de risco”. Não é a taxa de juros americana, mas sim a capacidade de diversificar entre moedas, e não apenas entre classes de ativos, que protege de fato contra crises e incertezas.

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Gustavo Andrade

Mestre em Economia pela UFMG (ênfase em microeconometria e finanças), com extensão pela London School of Economics. É docente em Economia e Finanças em faculdades renomadas, além de ter atuado ativamente como gestor e estrategista de portfólios desde 2013. Atualmente, além da docência em magistério superior, também atua como gestor de risco da Virtus Nexus Asset Management.

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