PUBLICIDADE
PUBLICIDADE

FIFA testa nova regra de impedimento na liga canadense

Siga no

O experimento inspirado na proposta de impedimento feita por Arsène Wenger busca favorecer o ataque ao considerar legal o lance com qualquer sobreposição entre os atletas. | Foto: Divulgação/CPLsoccer

Compartilhar matéria

A FIFA iniciou nesta temporada de 2026 um teste prático importante. Essa medida pode transformar drasticamente a dinâmica do futebol mundial. A entidade escolheu a Canadian Premier League (CPL) como laboratório oficial nesta terça-feira (31/3). O objetivo é implementar uma nova regra de impedimento proposta por Arsène Wenger. Ele é ex-técnico do Arsenal e atual Chefe de Desenvolvimento Global de Futebol da FIFA.

A mudança busca inverter a lógica atual do VAR e das marcações milimétricas. Pela regra vigente um jogador está em posição irregular se qualquer parte do corpo estiver à frente do último defensor. Isso inclui cabeça tronco ou pés. Com a nova proposta o cenário muda totalmente. O atacante só estará impedido se todo o seu corpo estiver à frente do defensor.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Na prática isso significa que a jogada é legal se houver qualquer ponto de contato entre os atletas. Se o calcanhar do atacante estiver na mesma linha do ombro do zagueiro o lance segue normalmente.

Qual é o objetivo dessa regra?

O principal objetivo da entidade máxima do futebol é aumentar o número de gols. A FIFA também quer reduzir as interrupções causadas por impedimentos de poucos centímetros. Esses lances frequentemente geram polêmica e frustração em torcedores e atletas. A ideia dá vantagem clara ao setor ofensivo. O sistema premia o movimento de ataque em vez da tática defensiva de linha de impedimento.

Os testes no Canadá começaram em abril de 2026 e devem durar toda a temporada competitiva. Durante esse período analistas da FIFA e da IFAB coletarão dados fundamentais. Eles vão monitorar o tempo de bola em jogo e a média de gols por partida. Também avaliarão o impacto na velocidade das decisões da arbitragem. A IFAB é o órgão que regula as leis do jogo.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

A FIFA planeja expandir os testes para outras competições internacionais se os resultados forem positivos. O experimento precisa demonstrar que o jogo se tornou mais fluido e atraente. Isso pode levar a uma implementação global em torneios de maior expressão como a Copa do Mundo. Por enquanto as ligas europeias e a elite sul-americana observam o experimento à distância. Eles aguardam os relatórios finais para entender se o futebol entrará em uma nova era de placares mais elásticos.

*Estagiário sob supervisão do coordenador Roberth Costa

Compartilhar matéria

Siga no

Rodrigo Samuel

Graduando em Jornalismo pela UFMG. Estagiário no Grupo Bel desde setembro de 2025.

Webstories

Mais de Entretenimento

Mais de 98

Mexicano surpreende e volta a jogar um mês após romper ligamento do joelho

Top-3 do tênis homenageia Bayern no ATP de Munique após classificação na Champions

Lionel Messi oficializa compra de time espanhol

Cabe no seu time? Bernardo Silva anuncia saída do Manchester City ao fim da temporada

Presidente do Real Madrid cobra elenco após queda na Champions: ‘Duas temporadas sem títulos é intolerável’

Arsenal segura empate com o Sporting e avança à semifinal da Champions

Últimas notícias

Atlético condena ameaças a Reinier e pede união entre torcida e elenco

Atlético enfrenta o Coritiba buscando se manter vivo em briga pelo G-6; saiba onde assistir

Homem usa máscara realista para furtar cachorro da ex em pet shop e acaba preso em SP

Engavetamento com seis veículos trava BR-040 em Nova Lima e deixa criança ferida

Pesquisa Ipsos-Ipec: 49% defendem Bolsonaro em prisão domiciliar; 42% querem retorno à Papuda

Após ‘susto’ na Sul-Americana, Atlético deve ter mudanças contra o Coritiba; veja provável escalação

Prefeitura processa a si mesma e diz à Justiça que não consegue localizar o próprio endereço

Traficantes escondem drogas em ‘bolo no pote’ e acabam presos em São Paulo

Pobres não podem pagar por irresponsabilidade das guerras, diz Lula