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Gás de cozinha fica mais barato na Grande BH; preço varia entre R$ 115 e R$ 150

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Larissa Reis

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O levantamento também revela que a diferença de preços entre os revendedores continua alta e pode chegar a 70% (Marcello Casal/Agência Brasil)

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O preço do gás de cozinha apresentou uma pequena queda na Região Metropolitana de Belo Horizonte nos últimos três meses, mas continua mais caro do que no início de 2026. É o que mostra uma pesquisa do site MercadoMineiro, realizada entre os dias 28 e 29 de julho em 91 estabelecimentos. O levantamento também revela que a diferença de preços entre os revendedores continua alta e pode chegar a 70%, dependendo do tipo de produto e da forma de compra.

O botijão de 13 quilos com entrega em domicílio, o mais utilizado pelas famílias, foi encontrado por preços entre R$ 115 e R$ 150, uma variação de 30,43%. O valor médio caiu de R$ 129,37, em abril, para R$ 128,63 em julho, redução de 0,58%. Apesar disso, o preço ainda está 3,46% acima da média registrada em janeiro, quando o botijão custava R$ 124,32.

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Para quem pode buscar o botijão diretamente na revenda, a economia é maior. Nessa modalidade, os preços variaram entre R$ 100 e R$ 145, com diferença de 45% entre os estabelecimentos. O preço médio ficou em R$ 113,95, cerca de R$ 14,68 mais barato do que a entrega em casa, o equivalente a uma economia média de 11,4% por unidade.

A pesquisa também analisou os cilindros de 45 quilos, normalmente utilizados por condomínios e estabelecimentos comerciais. Com entrega, os preços variaram de R$ 420 a R$ 680, uma diferença de 61,9%. Já para retirada na revenda, a variação chegou a 70%, com valores entre R$ 400 e R$ 680, representando uma diferença de R$ 280 para o mesmo produto.

Já o botijão vazio de 13 quilos, usado para a compra do vasilhame, foi encontrado entre R$ 190 e R$ 230. O preço médio permaneceu estável em relação a abril, em R$ 202,27, mas acumula alta de 0,34% em comparação com janeiro.

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Segundo o MercadoMineiro, os dados mostram que houve uma acomodação dos preços entre abril e julho, mas ainda não uma reversão dos aumentos registrados no começo do ano. Todas as cinco modalidades pesquisadas continuam mais caras do que em janeiro.

Diante da grande diferença de preços entre os estabelecimentos, a orientação é que o consumidor pesquise antes de comprar e, sempre que possível, avalie a retirada do botijão diretamente na revenda para reduzir os gastos.

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Larissa Reis

Graduada em jornalismo pela UFMG e repórter da Rede 98 desde 2024. Vencedora do 13° Prêmio Jovem Jornalista Fernando Pacheco Jordão, idealizado pelo Instituto Vladimir Herzog. Também participou de reportagens premiadas pela CDL/BH em 2022 (2º lugar) e em 2024 (1º lugar).

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