PUBLICIDADE
PUBLICIDADE

Juros reais: por que eles importam mais que os nominais

Siga no

Compartilhar matéria

A diferença entre juros nominais e reais é central para entender os efeitos da política monetária sobre a economia.
A chamada dicotomia clássica separa as variáveis nominais das variáveis reais e ajuda a explicar a neutralidade da moeda no longo prazo.
Para analisar a dívida pública, por exemplo, o juro real oferece uma leitura mais relevante do custo efetivo.
O mesmo vale para a renda e o poder de compra dos trabalhadores, que dependem da relação entre salários e preços.
No Visão Macro, o tema ajuda a discutir como inflação, juros e dívida afetam a economia ao longo do tempo.

Compartilhar matéria

Siga no

Gustavo Andrade

Mestre em Economia pela UFMG (ênfase em microeconometria e finanças), com extensão pela London School of Economics. É docente em Economia e Finanças em faculdades renomadas, além de ter atuado ativamente como gestor e estrategista de portfólios desde 2013. Atualmente, além da docência em magistério superior, também atua como gestor de risco da Virtus Nexus Asset Management.

Webstories

Mais de Entretenimento

Mais de 98 News

Petróleo a US$ 100 pressiona juros e bolsa brasileira

Daniel Vorcaro e o poder das informações que ele tem

10 medidas para o Brasil voltar a crescer mais

Conexões entre áreas podem acelerar sua carreira

Azul terá 78 voos extras de Confins para Cabo Frio

Começar a criar conteúdo é melhor que esperar

Últimas notícias

Dormir bem começa de manhã: 8 hábitos para melhorar o sono

Torcida do Uberlândia esgota ingressos para a final da Série D

Professores das escolas particulares de BH marcam assembleia e podem entrar em greve

Atlético decide vaga na final da Copa do Brasil na Arena MRV

Apple: iOS 27 chega na próxima segunda com IA, novo visual e Liquid Glass

Gabigol revela a pessoas próximas desejo de voltar ao Cruzeiro em 2027

Atlético x Fluminense: Rede 98 leva torcedor à Arena MRV

Greve afeta agências da Caixa e do Banco do Brasil em BH nesta quinta

O Master abre a caixa-preta. O Supremo abre o plenário