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Secretário de Saúde justifica transferência de pacientes do João Paulo II para o João XXIII

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Rafael Mendonça / Rede 98

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O Secretario de Saúde de Minas Gerais, Fábio Baccheretti, explicou nesta quinta-feira (28/08) o motivo para a transferência de pacientes do CTI Pediátrico do Hospital Infantil João Paulo II, na semana passada.

Em conversa com jornalistas nesta quinta-feira, Baccheretti justificou o envio de pacientes ao Hospital Pronto-Socorro João XXIII. O objetivo, segundo ele, é a realização de obras e atualização de equipamentos na UTI do João Paulo II, que está com sua estrutura atualmente defasada.

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“O João Paulo II tem um CTI sem climatização, quente, [com] “locais antigos. E nós simplesmente transferimos os leitos do João Paulo II para o João XXIII para fazer uma reforma”, explica. “Então sendo reformados a climatização, o sistema de gestão hospitalar, que é o prontuário eletrônico para que os médicos consigam ver resultados de exame”, completa o secretário.

Segundo Baccheretti a data foi escolhida devido ao baixo volume de internações pediátricas. “A sazonalidade começa em janeiro, janeiro a julho, por isso que nós começamos agora, isso chama planejamento. E assim que acabar a reforma, no final do ano voltaremos para o local original”.

Novo sistema

Em nota oficial, a Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) informou que a transferência é para uma uma adaptação na infraestrutura predial. O motivo seria a instalação do Tasy, um sistema eletrônico de gestão hospitalar que gerencia os dados assistenciais da rede. Ainda em nota, a Fhemig destaca que o João XXIII possui estrutura física para atender toda a demanda necessária.

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“A UTI Pediátrica do Hospital João XXIII possui estrutura física, equipe especializada e capacidade assistencial para receber todos os pacientes transferidos de forma adequada e segura, sem qualquer prejuízo ao atendimento. Ressaltamos que, neste momento, o Complexo de Urgência da Fhemig dispõe de oito leitos vagos de UTI pediátrica, assegurando a plena capacidade de atendimento às crianças que necessitem desse tipo de cuidado especializado”, diz a nota.

Também de acordo com a Fhemig, a transferência temporária não interfere no pronto atendimento do Hospital Infantil João Paulo II, que continua funcionando normalmente.

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