PUBLICIDADE
PUBLICIDADE

Sampaoli fala do risco de queda do Atlético e o que deve ser feito

Siga no

Derrota deixa Galo fora da Libertadores e alerta para a luta pela Sul-Americana. | (Foto: Pedro Souza / Atlético)

Compartilhar matéria

O Atlético vive um clima de incerteza após a derrota por 1 a 0 para o Fortaleza, neste domingo (30/11), na Arena Castelão, em jogo válido pela 35ª rodada do Campeonato Brasileiro de 2025. Além de acabar com as chances de uma vaga na próxima Copa Libertadores, o revés também reacendeu alertas sobre o risco de rebaixamento.

A situação imediata do Galo é de tensão. O time estacionou nos 45 pontos e ocupa a 13ª posição, com apenas quatro pontos de vantagem sobre o Z-4, restando apenas duas rodadas para o fim da competição. Por isso, o próximo compromisso, contra o Palmeiras, na Arena MRV, tornou-se crucial para afastar qualquer ameaça de queda.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Probabilidades de rebaixamento, Libertadores e Sul-Americana

Apesar da proximidade com a zona de rebaixamento, números do Departamento de Matemática da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) mostram um cenário menos alarmante. Segundo os dados, o Atlético tem apenas 0,0428% de chance de ser rebaixado. Esse percentual indica que a combinação de resultados necessária para a queda do Galo à Série B é praticamente impossível neste momento.

Como o risco de rebaixamento é desprezível, a chance de classificação à Copa Libertadores de 2026 pelo G7 é, matematicamente, inexistente. As projeções indicam 0% de probabilidade de o time mineiro garantir uma vaga na principal competição continental.

Portanto, a grande batalha do Atlético passa a ser a conquista de uma vaga na Copa Sul-Americana de 2026. Nesse cenário, os matemáticos da UFMG apontam uma probabilidade de classificação de 83%, oferecendo certo alívio ao clube e à torcida.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Sampaoli enfatiza necessidade de eficiência ofensiva

Após a derrota, o treinador Jorge Sampaoli concedeu entrevista coletiva e comentou sobre as perspectivas do clube nesta reta final. Ele admitiu preocupação não apenas pelos dois confrontos consecutivos contra rivais fortes, mas também pela urgência em retomar “fortalezas” capazes de gerar vitórias. O técnico destacou que, mesmo controlando a posse de bola, o time não conseguiu ser eficaz no terço final do campo.

*Estagiário sob supervisão do coordenador Roberth Costa

Compartilhar matéria

Siga no

Rodrigo Samuel

Graduando em Jornalismo pela UFMG. Estagiário no Grupo Bel desde setembro de 2025.

Webstories

Mais de Entretenimento

Mais de Atlético

Atlético anuncia oficialmente o zagueiro Léo Duarte

Fred retorna à Turquia em meio a ‘indefinição’ com o Atlético

Iseppe não se reapresenta, e Atlético confirma saída do jovem

Alan Franco, do Atlético, deve perder titularidade na seleção do Equador 

Sassuolo anuncia venda de Ruan Tressoldi ao Atlético

Ex-atacante Jô é preso em Belo Horizonte por dívida de pensão alimentícia

Últimas notícias

Com ‘baile’ contra a Escócia, Vini Jr iguala Mbappé e Haaland e se torna vice-artilheiro da Copa

Flávio diz que ‘ninguém me aborrece’ após Michelle expor crise familiar

Marrocos vira diante do bravo Haiti, mas avança ao mata-mata da Copa atrás do líder Brasil

Com show de Vini Jr., Brasil vence Escócia por 3 a 0 e garante liderança do grupo C

Terremoto de magnitude 7,1 atinge a Venezuela e é sentido na Colômbia

Quase mil dias depois, Neymar volta a entrar em campo pela Seleção Brasileira

Após PT lançar candidatura própria, Jarbas diz que seguirá na disputa ao governo

Copa e pastel: A escalação perfeita da Pastelaria Marília de Dirceu para os jogos do Brasil

Michelle diz que foi ‘maltratada’ por Flávio e expõe crise na família Bolsonaro