Em uma revelação que agitou o mercado internacional de futebol nesta quarta-feira (14/1), o presidente do clube saudita Al-Ittihad, Anmar Al Haili, confirmou que Lionel Messi recusou uma proposta financeira extraordinária para defender o time árabe. O valor oferecido foi considerado histórico no esporte.

Segundo o dirigente, o contato ocorreu em 2023, logo após o fim do contrato de Messi com o Paris Saint-Germain (PSG). Na época, o craque argentino ainda avaliava seus próximos passos na carreira. Na ocasião, o Al-Ittihad ofereceu cerca de €1,4 bilhão ao atacante, um valor recorde jamais visto no futebol mundial.
Apesar da magnitude da oferta, Messi optou por recusar o acordo por motivos familiares. Ele priorizou a estabilidade de sua família em vez de aceitar o mega contrato oferecido pelo clube saudita. O presidente afirmou que tentou convencer tanto o jogador quanto sua família, mas respeitou a decisão do argentino.
‘Cheque em branco’ e portas abertas
Além do montante bilionário, Al Haili garantiu que não haveria limites de salário ou de duração do contrato. Messi poderia escolher livremente as condições caso decidisse assinar com o Al-Ittihad. O clube chegou a colocar um verdadeiro “cheque em branco” sobre a mesa, permitindo que o jogador negociasse qualquer valor e até um contrato vitalício, se desejasse jogar na Arábia Saudita no futuro.
Mesmo com a recusa, o presidente manteve a esperança de contar com Messi no futuro, deixando as portas abertas para uma possível mudança de planos ao longo dos próximos anos.
Futuro com o Inter Miami
Atualmente com 38 anos, Messi decidiu continuar sua carreira nos Estados Unidos, defendendo o Inter Miami. Ele renovou contrato com o clube até dezembro de 2028. Essa escolha reforça a prioridade do argentino pela estabilidade familiar. Além disso, demonstra interesse em participar de um projeto esportivo que vai além de cifras isoladas, optando por permanecer na MLS e construir um legado no futebol norte-americano.
*Estagiário sob supervisão do coordenador Roberth Costa
