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Inhotim: a história do maior museu a céu aberto do mundo

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Inhotim / Divulgação

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Fundado em 2002 em Brumadinho, cerca de 60 quilômetros de BH, o Instituto Cultural Inhotim ou somente Inhotim, foi aberto ao público em 2006 e desde então o museu é sede de um dos mais importantes acervos de arte contemporânea do Brasil e considerado o maior museu a céu aberto do mundo.

Idealizado desde a década de 80 por Bernardo de Mello Paz, empresário mineiro da área de mineração e siderurgia, que foi casado com a artista plástica carioca Adriana Varejão, o local é tido como referência e recebe visitantes do mundo inteiro, até hoje cerca de 3,5 milhões de pessoas já passaram por lá, somente em 2019, foram contabilizados quase 300 mil.

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Inúmeros são os motivos para a visitação, afinal são aproximadamente 700 obras de mais de 60 artistas, vindos de 40 países. Além das instalações fixas, há também as obras e exposições itinerantes que fazem com que cada visita seja única e cheia de novas experiências. Como se não bastasse tudo isso, o museu está situado dentro do domínio da Mata Atlântica, o que faz com que o local tenha um jardim botânico com mais de 4.300 espécies botânicas raras, originário de todos os continentes.

E quando falamos de Inhotim, algumas instalações são clássicas como as famosas paredes coloridas no meio do jardim de Hélio Oiticica, a galeria Cosmococa, com obras interativas e sensoriais, o som da terra, do artista Doug Aitken e a galeria da praça que geralmente é o primeiro espaço a ser visitado, já que está situado bem perto da recepção.

Além das inúmeras atrações turísticas, o parque conta ainda com restaurantes, para aqueles que desejam degustar algum prato ou até mesmo tomar um café apreciando a paisagem e lojas para aqueles que querem adquirir brindes, lembranças ou simplesmente presentear alguém.

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Qual a origem do nome?

Segundo os moradores de Brumadinho, o local onde hoje está localizado o museu foi uma fazenda pertencente a uma empresa mineradora que, no século XIX, atuava na região e cujo responsável era um inglês, de nome Timothy, o “Senhor Tim”, que, na linguagem local, acabou virando “Nhô Tim” ou “Inhô Tim”, daí o surgimento do nome do museu.

Como funciona a visitação?

O Inhotim está aberto para visitação de quarta à sexta-feira, das 9h30 às 16h30, e também nos finais de semana e feriados, entre 9h30 e 17h30, a entrada no parque é limitada a 5000 pessoas por dia. Os ingressos podem ser adquiridos via Sympla, na bilheteria online oficial ou na bilheteria do parque, localizada na recepção. Os valores variam de R$25, meia entrada para um dia, a R$120, inteira para três dias.

Recentemente, graças à parceria do Instituto com a Vale, as visitas ao museu passam a ter entrada gratuita todas as quartas-feiras, pelo menos até final desse ano. Além disso, com patrocínio da B3 todo o último domingo de cada mês a visita também tem entrada gratuita, porém, ambos os dias precisam de ingresso com retirada prévia no site sympla.com.

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