O Atlético perdeu para o Cienciano, do Peru, nesta quarta-feira (29/4), pela Sul-Americana, e mantém o momento ruim na temporada. Após a partida, no entanto, Eduardo Domínguez evitou apontar culpados e preferiu “blindar” o elenco, projetando um renascimento a partir da força coletiva do Galo.
“É fácil pegar todo mundo hoje com a derrota. É fácil. É aí onde nós temos que renascer, da nossa força individual, da nossa força grupal. É fácil, agora, começar a achar culpados. Não quero encontrar culpados, porque todos somos. Se não, começamos a olhar para o lado, para a frente, para trás… ‘ele não fez isso, o outro não fez aquilo’. Eu disse na última coletiva: nós somos todos ou não somos nada. Temos que ser todos e temos que renascer nesses momentos.”
Em outro momento, o treinador também minimizou o impacto da altitude no resultado, mas destacou as dificuldades que o Atlético teve para jogar a mais de 3 mil metros de altura.
“Não é novidade que a altitude afeta o jogo. Eu sinto que poderíamos ter feito um pouco melhor. Nos custou muito, no primeiro tempo, ter posições com jogadores que tenham bons pés, com jogadores que estão acostumados a essas participações. Mas sabemos as dificuldades de vir aqui: a viagem, as horas, a quantidade de partidas.”
Precisando vencer para “espantar a crise na temporada”, o Atlético terá pela frente mais um desafio complicado. No próximo sábado (2/5), o Galo encara o maior rival, Cruzeiro, pela 14ª rodada do Campeonato Brasileiro. Se perder, o alvinegro pode entrar na zona de rebaixamento.
