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Quase metade de BH tem obesidade: capital lidera ranking no Sudeste

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Quase metade de BH tem obesidade: capital lidera ranking no Sudeste (foto: Pixabay)

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Belo Horizonte acendeu um alerta vermelho no cenário da saúde pública nacional. Dados atualizados da pesquisa Vigitel, do Ministério da Saúde, revelam que a capital mineira é a cidade do Sudeste com o maior índice de obesidade, ocupando a quarta posição no ranking geral das capitais brasileiras. Atualmente, 43,69% da população adulta de BH já se enquadra no diagnóstico de obesidade — o que significa que quase metade dos moradores da capital convive com a doença.

O cenário é ainda mais crítico quando somados os casos de sobrepeso: 74,16% dos belo-horizontinos estão acima do peso ideal. O crescimento da prevalência da obesidade no Brasil foi de 118% em cerca de 20 anos (2006 a 2024), atingindo a marca de um a cada quatro adultos no país (25,7%).

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Divergência nos dados e realidade do SUS

Embora o Vigitel foque especificamente em entrevistas nas capitais, o Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (Sisvan), que baseia seus dados nos atendimentos realizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS), apresenta números ainda mais alarmantes.

De acordo com levantamento obtido pelo jornal O Globo, 36,3% dos brasileiros adultos atendidos pela rede pública em 2025 tinham obesidade, enquanto 70,9% apresentavam sobrepeso. Em Belo Horizonte, a pressão sobre as unidades de saúde reflete essa estatística, exigindo estratégias mais robustas de atenção primária para conter o avanço de doenças crônicas associadas ao Índice de Massa Corporal (IMC) elevado.

Ranking das capitais

A posição de Belo Horizonte como a capital mais obesa do Sudeste coloca a cidade à frente de centros como São Paulo e Rio de Janeiro, evidenciando a necessidade urgente de políticas locais de incentivo à alimentação saudável e práticas de exercícios físicos em espaços públicos, como as Academias da Cidade.

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O avanço da doença na capital mineira segue a tendência nacional de crescimento exponencial, impulsionado por fatores socioeconômicos e pelo consumo crescente de alimentos ultraprocessados, conforme alertam especialistas em endocrinologia.

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Carol Ferraris

Jornalista, pós graduada em produção de jornalismo digital pela PUC Minas. Produtora multimídia de entretenimento na Rádio 98, com passagens pelo Estado de Minas e TV Alterosa.

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