O Senado aprovou um projeto que amplia a licença-paternidade no Brasil para 20 dias, e o texto agora segue para sanção presidencial. A proposta é apontada por economistas como uma medida que pode reduzir desigualdades no mercado de trabalho, ao dividir de forma mais equilibrada o período de afastamento entre homens e mulheres após o nascimento dos filhos. Segundo especialistas, políticas desse tipo ajudam a diminuir distorções salariais associadas às interrupções de carreira.
