Entre os longas–metragens que concorrem ao prêmio de Melhor Filme no Oscar 2026, neste domingo (15/3), “O Agente Secreto”, representante brasileiro, é o que tem o menor orçamento. A produção de Kleber Mendonça Filho compete com gigantes de Hollywood, como “Uma batalha após a outra”, “Marty Supreme” e “Pecadores”.
“O Agente Secreto” foi produzido com um orçamento de aproximadamente R$ 28 milhões. Segundo a Box Office Mojo, o filme arrecadou US$ 17,9 milhões (R$ 94 milhões) nas bilheterias. Vale ressaltar que a plataforma ainda não contabilizou a bilheteria de todos os países onde o longa–metragem foi exibido. No Brasil, foi o quarto filme mais visto de 2025.
A segunda produção mais barata da lista de indicados a Melhor Filme é “Valor Sentimental”, drama norueguês de Joachim Trier. O orçamento do longa–metragem foi de US$ 7,8 milhões (R$ 40,9 milhões) e ele arrecadou US$ 16,5 milhões nos cinemas ao redor do mundo (R$ 86,6 milhões).
‘Sonhos de Trem’ e ‘Hamnet’
Logo depois vem “Sonhos de Trem” – produção que rendeu ao brasileiro Adolpho Veloso a indicação a Melhor Fotografia -, que custou US$ 10 milhões (R$ 52,5 milhões). Em seguida está “Hamnet: A vida antes de Hamlet”, dirigido por Chloé Zhao, por US$ 30 milhões (R$ 157,6 milhões).
“Bugonia”, do diretor Yorgos Lanthimos, teve um orçamento de US$ 55 milhões (R$ 288,9 milhões); “Marty Supreme”, estrelado por Timothée Chalamet, custou US$ 70 milhões (R$ 367,7 milhões); e “Pecadores”, recorde de indicações ao Oscar, ficou em US$ 90 milhões (R$ 472,8 milhões).
O top três de longas–metragens mais caros entre os indicados a Melhor Filme no Oscar ficou com “Frankenstein” (3º lugar), “Uma batalha após a outra” (2º lugar) e “F1: O Filme” (1º lugar). Confira quanto custou cada um:
- “Frankenstein”: US$ 120 milhões (R$ 630,4 milhões);
- “Uma batalha após a outra”: US$ 130 milhões (R$ 682,9 milhões);
- “F1: O Filme”: US$ 200 milhões (RS 1 bilhão).
