Beneficiários do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) já podem consultar a prévia do 13º salário antecipado pelo site ou aplicativo Meu INSS. O pagamento será feito em duas parcelas, entre abril e junho, e deve injetar mais de R$ 78 bilhões na economia brasileira.
Mais de 35 milhões serão beneficiados
Segundo o governo federal, o abono antecipado será pago a 35,1 milhões de beneficiários em todo o país.
- 1ª parcela: cerca de R$ 39 bilhões (abril e início de maio)
- 2ª parcela: cerca de R$ 39 bilhões (fim de maio e início de junho)
O calendário segue o número final do cartão de benefício, sem considerar o dígito verificador.
Minas Gerais terá um dos maiores volumes do país
Em Minas Gerais, o impacto econômico é expressivo.
- Valor estimado: R$ 8,6 bilhões
- Benefícios pagos: mais de 4 milhões
Minas aparece entre os estados com maior volume total, atrás apenas de São Paulo e Rio de Janeiro.
Quando o pagamento será feito
O cronograma segue duas etapas:
- Primeira parcela: de 24 de abril a 8 de maio
- Segunda parcela: de 25 de maio a 8 de junho
As datas variam conforme o número final do benefício.
Quem tem direito ao 13º do INSS
Recebem o abono anual segurados que, em 2026, tiveram:
- aposentadoria
- pensão por morte
- auxílio por incapacidade temporária
- auxílio-acidente
- salário-maternidade
- auxílio-reclusão
Ficam de fora:
- beneficiários do BPC
- Renda Mensal Vitalícia
Como consultar o valor
A consulta pode ser feita pelo aplicativo ou site Meu INSS.
Passo a passo:
- Acesse o Meu INSS
- Faça login com sua conta Gov.br
- Clique em “Extrato de pagamento”
- Verifique o valor do abono
Dinheiro deve movimentar economia local
A antecipação do 13º, tradicionalmente paga no segundo semestre, tende a aquecer o comércio e serviços já no primeiro semestre. Com bilhões distribuídos em todos os estados, o impacto é direto nas economias municipais, principalmente em cidades com maior concentração de aposentados.
Sudeste concentra maior volume
Os dados mostram forte concentração regional:
- São Paulo: R$ 21,2 bilhões
- Rio de Janeiro: R$ 7,2 bilhões
- Minas Gerais: R$ 8,6 bilhões
A região Sudeste concentra a maior parte dos pagamentos no país.
