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Band Minas lamenta morte da repórter Alice Ribeiro: ‘Coração das nossas manhãs’

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Larissa Reis

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Apaixonada pelo jornalismo, Alice Maria Ribeiro dos Santos Dadalt construiu uma trajetória marcada pelo carisma e pela dedicação à profissão (Reprodução/Redes sociais)

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A emissora Band Minas lamentou profundamente a morte da repórter Alice Ribeiro, de 35 anos, confirmada na noite dessa quinta-feira (16/4), após um grave acidente na BR-381, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

Alice Maria Ribeiro dos Santos Dadalt integrava a equipe da Band Minas desde agosto de 2024, após passagem pela Band Brasília, onde também atuou como repórter e apresentadora.

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“Apaixonada pela profissão, Alice Maria Ribeiro dos Santos Dadalt tinha 35 anos e uma trajetória marcada pelo brilho na tela”, destacou a emissora, em nota emocionada.

O colegas destacaram que Alice era “o coração das manhãs” na redação, conhecida por seu jeito espontâneo e bem-humorado, capaz de arrancar risos mesmo nos dias mais difíceis. “Alice era uma defensora fervorosa de pautas especiais, com olhar atento ao autismo, causa que abraçava com propriedade por conta do irmão, Bê, de quem falava com visível orgulho e alegria”, diz a nota.

Fora das telas, vivia um momento de felicidade ao planejar a festa de um ano do filho, Pedro, a quem chamava carinhosamente de “astronauta”. Alice também compartilhava frequentemente momentos ao lado do marido, o policial rodoviário federal João, com quem havia viajado recentemente para Salvador.

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A morte encefálica da repórter foi confirmada pelo Hospital de Pronto-Socorro João XXIII, onde ela estava internada desde quarta-feira (15/4), em estado grave. O protocolo foi concluído após exames que atestaram a perda irreversível das funções cerebrais.

Alice se envolveu em um acidente enquanto estava em um carro de reportagem da emissora, ao lado do cinegrafista Rodrigo Lapa. O veículo colidiu frontalmente com um caminhão na altura do km 437 da rodovia, em Sabará.

Mesmo diante da perda, a emissora ressaltou o gesto final de solidariedade da jornalista. “Embora a inviabilidade clínica tenha impedido a doação do coração, seu gesto final de altruísmo e o consentimento de sua família reafirmam os valores de solidariedade que ela sempre defendeu em suas pautas e em sua vida”, finalizou a emissora.

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Larissa Reis

Graduada em jornalismo pela UFMG e repórter da Rede 98 desde 2024. Vencedora do 13° Prêmio Jovem Jornalista Fernando Pacheco Jordão, idealizado pelo Instituto Vladimir Herzog. Também participou de reportagens premiadas pela CDL/BH em 2022 (2º lugar) e em 2024 (1º lugar).

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