Foi confirmada, na noite desta quinta-feira (16/4), a morte encefálica da repórter Alice Ribeiro, de 35 anos, vítima de um grave acidente na BR-381, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.
A informação foi divulgada pelo Hospital de Pronto-Socorro João XXIII, onde a jornalista estava internada desde a última quarta-feira (15), em estado grave. O protocolo de morte encefálica havia sido iniciado pela manhã e foi concluído após uma série de exames que atestaram a perda irreversível das funções cerebrais.
Acidente deixou dois profissionais da imprensa mortos
Alice Ribeiro estava em um carro de reportagem da Band Minas ao lado do cinegrafista Rodrigo Lapa, que dirigia o veículo, quando houve uma colisão frontal com um caminhão, na altura do km 437 da rodovia, em Sabará.
O impacto foi violento. Rodrigo Lapa morreu ainda no local. Já Alice foi socorrida em estado gravíssimo, estabilizada e encaminhada pela aeronave Arcanjo ao Hospital João XXIII, onde permaneceu internada em coma.
O acidente mobilizou equipes de resgate e provocou a interdição da via nos dois sentidos, causando congestionamento na região.
Trajetória e comoção
Alice Ribeiro tinha 35 anos e trabalhava na Band Minas desde agosto de 2024. Antes, passou pela Band em Brasília e também por uma afiliada da TV Globo em Feira de Santana, na Bahia.
Descrita como uma profissional querida pelos colegas, ela deixa os pais, o irmão, o marido e um filho de nove meses.
Em nota, a Band Minas lamentou a morte da jornalista e informou que está prestando assistência à família.
Rodrigo Lapa, também funcionário da emissora, foi enterrado nesta quinta-feira (16), no Cemitério do Bonfim, na região Noroeste de Belo Horizonte.