Uma pesquisa divulgada pela AtlasIntel, realizada entre 3 de março e 2 de abril de 2026, revelou quais são as marcas de produtos high protein que mais agradaram o paladar dos brasileiros. O levantamento, parte da série “O Protagonismo da Proteína”, coloca Dr. Peanut, Bold e Growth Supplements no topo do ranking de satisfação no sabor — e acende um sinal importante para o mercado de alimentação saudável no país.
Dr. Peanut lidera com folga
No quesito sabor, a Dr. Peanut se destacou de forma expressiva: 54% dos entrevistados avaliaram os produtos da marca como “muito bom”, colocando-a na primeira posição do ranking. A seguir, aparecem Bold com 41% e Growth Supplements com 34% — empatada com a YoPRO, também com 34%. Na sequência, completam o top 10: Dux (29%), Vida Veg (25%), Três Corações (22%), Verde Campo (22%), Hey Nude (17%) e Nude (16%).
O resultado reforça a liderança de marcas que apostam em sabores variados e agradáveis, em um mercado cada vez mais disputado. A Dr. Peanut, conhecida pelas pastas de amendoim e snacks proteícos, colhe os frutos de uma estratégia voltada ao prazer ao comer sem abrir mão da proteína.
Preferências variam por geração
O estudo também mapeou as marcas de produtos high protein mais consumidas por geração, revelando comportamentos bem distintos entre faixas etárias. Entre os Baby Boomers (nascidos entre 1946 e 1964), a Molico lidera, seguida por Piracanjuba, YoPRO, Parmalat e Growth Supplements. A Geração X (1965–1980) também prefere Molico, seguida de Parmalat, Piracanjuba, Growth e YoPRO.
Já entre os Millennials — a Geração Y (1981–1996) — a Piracanjuba aparece em primeiro lugar, seguida por Growth, YoPRO, Molico e Parmalat. O dado mais revelador, no entanto, vem da Geração Z (1997–2010): a YoPRO lidera com folga, seguida por Growth Supplements, Piracanjuba, Molico e Parmalat. A presença forte de marcas focadas em performance e praticidade reflete o perfil ativo e conectado dessa geração.
Sabor e proteína: os critérios que mais pesam na decisão de compra
A pesquisa da AtlasIntel também aponta que o principal motivo para os brasileiros escolherem alimentos proteícos prontos é a praticidade no dia a dia — com quase metade dos entrevistados buscando aumentar o aporte de proteína sem complicações. Nesse cenário, o teor de whey por porção e o sabor são os fatores decisivos na hora de colocar um produto no carrinho.
O selo “Fontes de Proteína” ou “High Protein” ainda gera dúvidas: 31% dos respondentes afirmaram que ele influencia a decisão de compra, sendo que 13,5% dizem que influencia muito e 17,9% moderadamente. Por outro lado, 26,3% declararam que o selo não influencia em nada, e 42,3% disseram que influencia pouco.
Geração Z adota as barrinhas com força
Um dos destaques do levantamento é a expressiva adesão da Geração Z ao consumo de barrinhas proteícas: 92,3% dos jovens da geração confirmaram que já consomem o produto. O número surpreende e consolida o segmento como um dos mais dinâmicos do mercado de alimentos funcionais.
As redes sociais também têm papel relevante nesse consumo: 38% dos respondentes declararam que plataformas como Instagram e TikTok influenciam total ou parcialmente a decisão de testar um novo produto proteíco. O dado indica que marcas com forte presença digital têm vantagem competitiva, especialmente entre os mais jovens.
Mercado em transformação
O panorama traçado pela AtlasIntel evidencia um mercado de proteínas em plena transformação. O consumidor brasileiro está cada vez mais exigente, informado e disposto a pagar por produtos que combinam conveniência, alto valor proteíco e, principalmente, sabor. Marcas que souberem equilibrar esses três pilares devem sair na frente — assim como Dr. Peanut, Bold e Growth já demonstram na prática.
Fonte: Pesquisa AtlasIntel — “O Protagonismo da Proteína”, realizada entre 3 de março e 2 de abril de 2026.
