O Cruzeiro arrancou um empate por 1 a 1 com o Boca Juniors, nesta terça-feira (19/5), em La Bombonera, em uma partida marcada pelo equilíbrio, pela pressão dos argentinos em campo e nas arquibancadas e por decisões importantes da arbitragem ao longo dos 90 minutos.
Após o jogo, o técnico Artur Jorge comentou o trabalho do árbitro Jesús Valenzuela e adotou um tom de naturalidade ao avaliar a atuação da equipe de arbitragem.
“Toda a expectativa para esse jogo, toda a tensão que se foi criada desde o jogo de BH, a arbitragem esteve ao nível da exigência do jogo e não merece mais comentários, a não ser dizer que esteve dentro daquilo que o jogo pediu”, afirmou.
O duelo teve três lances revisados pelo VAR. O mais decisivo foi a expulsão de Gerson aos 22 minutos do segundo tempo, após revisão no monitor, em um momento em que o Cruzeiro vivia sua melhor fase na partida.
Também passaram por checagem o gol de empate da Raposa, validado pela arbitragem, e um segundo gol do Boca Juniors, posteriormente anulado. Já um possível toque de mão de Lucas Romero dentro da área gerou reclamações, mas não houve recomendação do VAR para revisão em campo.
O jogo
No início do primeiro tempo, o atacante Merentiel marcou para os donos da casa, enquanto Fagner garantiu o gol de empate da Raposa, que deixou Buenos Aires com um resultado considerado positivo.
Com o ponto conquistado, o Cruzeiro manteve a liderança do Grupo D, com oito pontos, e depende apenas de si para avançar às oitavas de final. Na próxima rodada, a equipe enfrenta o Barcelona de Guayaquil, no Mineirão, antes de encarar a Chapecoense pelo Brasileirão, também em Belo Horizonte.
