Após o empate em 1 a 1 com o Mirassol, nesta segunda-feira (18/8), o técnico do Cruzeiro, Leonardo Jardim, foi questionado sobre a falta de substituições na equipe durante a partida. Mesmo com desempenho abaixo do esperado, o treinador utilizou apenas duas das cinco alterações possíveis. Para Jardim, a estratégia foi consequência dos desfalques do time.
“Tivemos seis jogadores que normalmente jogam de fora. Tivemos que arranjar a equipe da melhor forma. A gestão da equipe nas substituições, mais do que a ordem estratégica, foi ver como eles aguentavam. (…) Não podia gastar as substituições antes de terminar o jogo. Tivemos que gerir para aguentar até o fim. Quando chegou a cinco minutos do fim, já não tínhamos nada para fazer. Eles foram aguentando, no sofrimento, na dor”, afirmou.
O treinador completou dizendo que administrou as limitações do Cruzeiro da forma que podia, mas sem comprometer o resultado. Para o português, as críticas já eram esperadas.
“Tínhamos muitas limitações e essas limitações tínhamos que gerir da forma que gerimos. (…) Se eu tivesse que colocar o Gamarra de lateral-esquerdo, ou qualquer jogador na lateral-direita, e tivéssemos perdido o jogo, todos iam dizer: ‘se não tinha soluções, não fazia’. No futebol é sempre assim: quando não fazemos, dizem que tínhamos que fazer; quando fazemos, dizem que não devíamos ter feito”, disse o treinador
O Cruzeiro volta a campo no próximo sábado (23/8), às 18h30, contra o Internacional, pela 21ª rodada do Campeonato Brasileiro.
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