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Deyverson pode estar de saída do Atlético rumo ao Fortaleza

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Futuro do atacante segue em aberto no Atlético (Foto: Pedro Souza/Atlético)

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Segundo informações apuradas por Jorge Nicola, colunista do 98 Esportes, Deyverson estaria buscando uma mudança para o Fortaleza impulsionado por uma proposta salarial superior à que recebe no Atlético. No clube alvinegro, o atacante recebe R$ 700 mil por mês, englobando salários, direitos de imagem e luvas, enquanto o Fortaleza ofereceu um pacote de R$ 900 mil mensais por um contrato de três temporadas. Leandro Cabido, CJ e Vinicius Grissi repercutiram a possível saída do jogador.

De acordo com Nicola, com o vínculo de Deyverson com o Atlético se encerrando no final do ano, esta seria vista como a “última grande chance de um contrato desse tamanho” para o jogador, que também alega pagar duas pensões e ter um problema de saúde com a mãe.

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Para viabilizar a operação, o então técnico do Atlético, Cuca, teria sugerido a inclusão de Pochettino, meio-campista argentino de 29 anos que pode atuar em diferentes posições no meio-campo. Na visão do técnico Cuca, Pochettino seria um bom encaixe para o elenco atleticano, podendo jogar ao lado ou até substituir Scarpa.

O comentarista Vinícius Grissi ponderou que, apesar de que Pochettino não seria um titular absoluto no Atlético a princípio, a troca poderia ser benéfica para ambos os clubes, considerando que Deyverson também não é um titular incontestável. Contudo, ainda de acordo com Nicola, a negociação não parece ser unânime dentro do Atlético. Foi relatado que, apesar do desejo de Cuca, “alguém no Atlético tem batalhado para que esse nome [Pochettino] não avance”.

CJ se declarou fã de Deyverson e lamentou a possível saída: “eu vou ser sincero, eu sou fã do Deyverson demais, tá? Então aí eu sei que o Deyverson vai ganhar 900 conto aí, ó. Claro que tem que ir mesmo, mas eu acho que o Atlético tinha que fazer uma força para segurar ele”, finalizou o apresentador. No entanto, a viabilidade financeira de manter Deyverson com um salário tão elevado foi questionada por CJ e Cabido. “Mas 900 conto para um banco também é caro, né?”, complementando que o valor seria “inviável”, mencionando o caso de Vargas, que ganhava menos.

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*Estagiária sob orientação da supervisora Jackeline Oliveira

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Laís Marques

Estudante de Jornalismo pela PUC-Minas. Estagiária do Digital da Rede 98 desde 2024. Passagens pelas assessorias de imprensa da PMMG e UEMG.

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