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Flamengo declara confiança em Bruno Henrique e diz que atleta viajará para o jogo contra o Cruzeiro

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Reprodução/@Brunohenrique/X

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O Flamengo se pronunciou sobre a operação realizada pelo Ministério Público e pela Polícia Federal contra o atacante Bruno Henrique, na manhã desta terça-feira (5/11). O clube disse estar dando “total suporte ao atleta” e disse que ele vai viajar a Belo Horizonte para a partida contra o Cruzeiro, nesta quarta-feira (6/11).

“O clube ainda não teve acesso aos autos do inquérito, uma vez que o caso corre em segredo de justiça, mas é importante registrar que, ao mesmo tempo em que apoiará as autoridades, dará total suporte ao atleta Bruno Henrique, que desfruta da nossa confiança e, como qualquer pessoa, goza de presunção de inocência”, diz, em nota. 

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O Flamengo disse, ainda, que “houve uma investigação no âmbito desportivo, perante o STJD, a qual já foi arquivada, mas não tem como afirmar que se trata do mesmo caso”. O clube aguardará o desenrolar da investigação. 

Investigação

Além do atleta, parentes e amigos de Bruno Henrique também estão entre os investigados pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (Gaeco-MPDFT) e da Coordenação de Repressão à Corrupção da Polícia Federal (PF). 

Segundo a CNN, existem provas de que o jogador forçou uma falta contra o Santos, em 1º de novembro de 2023, para ser punido com um cartão. O objetivo era ajudar familiares a ganharem dinheiro em casas de apostas esportivas.

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A operação está sendo cumprida na casa do atleta e dos demais investigados, no Ninho do Urubu, e também na sede de uma empresa de apostas sediada em Lagoa Santa, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

De acordo com a Polícia Federal, a investigação teve início a partir de comunicação feita pela Unidade de Integridade da Confederação Brasileira de Futebol. 

No decorrer da investigação, os dados obtidos junto às casas de apostas, por intermédio dos representantes legais indicados pela Secretaria de Prêmios de Apostas do Ministério da Fazenda (SPA/MF), apontaram que as apostas teriam sido efetuadas por parentes do jogador e por outro grupo ainda sob apuração.

“Trata-se, em tese, de crime contra a incerteza do resultado esportivo, que encontra a conduta tipificada na Lei Geral do Esporte, com pena de dois a seis anos de reclusão”, diz a PF, em nota. Até a publicação desta matéria, nem o Bruno Henrique e nem o Flamengo haviam se posicionado sobre o caso.

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