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BH abre cadastro para famílias acolhedoras de crianças e adolescentes a partir desta segunda (13)

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Igor Teixeira

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Serviço Família Acolhedora: BH abre inscrições na segunda. (Foto: Divulgação/PBH)

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Famílias interesssadas em oferecer acolhimento temorário a crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade poderão se inscrever no Serviço Família Acolhedora, em Belo Horionte, a partir desta segunda-feira (13).

A iniciativa é coordenada pela Prefeitura de Belo Horizonte e busca ampliar a rede de apoio para menores afastados do convivio familiar por decisão judicial. Nesses casos, o acolhimento em ambiente familiar passa a ser priorizado em relação às instituições.

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Como participar do serviço

Para iniciar o processo, os interessados devem entrar em contato com a equipe responsável pelos seguintes canais:

Após o primeiro contato, será necessário passar por etapas de orientação e formação. Além disso, as famílias serão acompanhadas por uma equipe técnica durante todo o período de acolhimento.

Critérios para se tornar família acolhedora

Entre as exigências estabelecidas pelo programa, estão:

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  • Residir em Belo Horizonte há pelo menos dois anos
  • Ter responsável com idade mínima de 21 anos
  • Não possuir antecedentes criminais
  • Contar com a concordância de todos os membros da família

O acolhimento deve ser provisório e não tem como objetivo a adoção.

Acolhimento familiar é prioridade prevista em lei

Crianças e adolescentes que passam pelo serviço, em muitos casos, seriam encaminhados para abrigos institucionais. No entanto, o acolhimento em lares temporários é considerado mais adequado para o desenvolvimento.

O modelo é respaldado pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que prioriza a convivência familiar e comunitária como fator essencial para o crescimento saudável. Com isso, vínculos afetivos podem ser mantidos, mesmo durante períodos de afastamento da família de origem.

Acompanhamento e suporte às famílias

O serviço é executado por uma instituição parceira da Prefeitura, e o acompanhamento é feito por profissionais como psicólogos e assistentes sociais. Visitas regulares e orientações são realizadas ao longo de todo o processo.

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Atualmente, 33 crianças e adolescentes estão acolhidos por meio do programa em Belo Horizonte, enquanto 49 famílias estão habilitadas para participar da iniciativa.

Com a abertura de novas inscrições, a expectativa é que mais pessoas se engajem na proposta, ampliando a rede de proteção social na capital.

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Igor Teixeira

Jornalista formado pelo Centro Universitário UNA, é repórter de cidades e política da 98FM. Tem passagens pela TV Alterosa e Itatiaia.

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