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BH amplia vacinação contra bronquiolite e reforça proteção de bebês

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Igor Teixeira

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Belo Horizonte amplia rede de vacinação contra o Vírus Sincicial Respiratório (VSR), principal causador da bronquiolite em bebês. (Valter Campanato/Agência Brasil)

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A Prefeitura de Belo Horizonte ampliou os locais de vacinação de bebês e crianças contra o Vírus Sincicial Respiratório (VSR), principal causador da bronquiolite. A medida busca facilitar o acesso das famílias ao imunizante e aumentar a cobertura entre o público mais vulnerável.

Além do Centro de Referência em Imunobiológicos Especiais (CRIE), outras nove unidades de saúde passaram a oferecer a aplicação do anticorpo nirsevimabe. Os endereços e horários de funcionamento estão disponíveis para consulta on-line.

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Público-alvo e estratégia de ampliação

De janeiro até agora, mais de 1,2 mil doses já foram aplicadas em Belo Horizonte. A ampliação dos pontos de atendimento é considerada essencial para garantir que crianças elegíveis recebam a proteção.

Podem receber o imunizante bebês prematuros com até 6 meses de idade (até 5 meses e 29 dias), nascidos com até 36 semanas e 6 dias de gestação, após a alta hospitalar. Também fazem parte do grupo crianças menores de 2 anos com comorbidades, como doenças cardíacas congênitas, doença pulmonar crônica da prematuridade, imunocomprometimento grave, fibrose cística, doenças neuromusculares, anomalias das vias aéreas e síndrome de Down.

Aplicação depende de avaliação médica

Nas nove unidades de saúde, a aplicação do nirsevimabe ocorre após avaliação da criança e análise do CRIE, responsável por indicar a necessidade e a dose adequada.

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Bebês prematuros nascidos em maternidades como o Hospital Metropolitano Odilon Behrens, Risoleta Tolentino Neves, Sofia Feldman, Santa Casa, Odete Valadares e Hospital das Clínicas podem receber o anticorpo ainda durante a internação. Outras unidades também podem solicitar o imunizante ou encaminhar os pacientes após a alta.

Documentos necessários

Para a aplicação, é recomendado apresentar documento de identificação com foto, certidão de nascimento, CPF e cartão de vacina.

No caso de crianças com comorbidades, também é exigida comprovação da condição de saúde, por meio de laudos médicos ou exames. Os critérios seguem orientações do Ministério da Saúde e da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais.

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Igor Teixeira

Jornalista formado pelo Centro Universitário UNA, é repórter de cidades e política da 98FM. Tem passagens pela TV Alterosa e Itatiaia.

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