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Da gelada ao tira-gosto: preços de cervejas e porções variam mais de 300% em bares de BH

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Cervejas, drinques e porções apresentam variações de preços que passam de 300% (José Cruz/Agência Brasil)

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Capital dos botecos, Belo Horizonte leva a sério o ritual de tomar uma gelada. Mas, para o mineiro que não dispensa o barzinho com os amigos, a conta pode pesar, e muito. Uma pesquisa do MercadoMineiro, realizada em 73 bares da Região Metropolitana entre os dias 12 e 15 de janeiro, revela que cervejas, drinques e porções apresentam variações de preços que passam de 300%, dependendo do estabelecimento escolhido.

De acordo com o estudo, as oscilações de preços são influenciadas principalmente pela localização do bar, infraestrutura e tradição do estabelecimento. Os valores pesquisados não incluem a taxa de 10% normalmente cobrada ao final da conta.

Entre as bebidas, algumas variações chamam atenção. A cerveja Bohemia (600 ml) foi encontrada por preços que vão de R$ 8,00 a R$ 20,90, uma diferença de 161%. A Brahma (600 ml) variou entre R$ 9,50 e R$ 17,00, enquanto a Amstel (600 ml) custou de R$ 10,00 a R$ 19,90. Já a Heineken (600 ml) apresentou preços entre R$ 15,00 e R$ 22,00.

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Outros itens bastante consumidos também tiveram diferenças significativas. O chope de 300 ml variou de R$ 7,90 a R$ 16,00. A caipirinha foi encontrada por valores entre R$ 10,90 e R$ 31,50, uma variação de quase 189%. Refrigerantes em lata custaram de R$ 5,00 a R$ 12,00, enquanto o suco de laranja chegou a variar de R$ 6,00 a R$ 20,00.

Vai uma porção?

No caso das porções, o levantamento destaca que qualidade e quantidade podem justificar parte da diferença de preços, mas os números ainda impressionam. A porção de batata frita foi encontrada entre R$ 18,00 e R$ 54,90. A mandioca frita apresentou uma das maiores variações da pesquisa: de R$ 18,90 a R$ 79,00. Já pratos mais elaborados, como carne de sol com mandioca e picanha, chegaram a custar mais de R$ 200 em alguns bares.

Além da comparação entre estabelecimentos, o estudo também analisou a evolução dos preços em relação ao ano passado. Na comparação entre janeiro de 2025 e janeiro de 2026, praticamente todos os itens ficaram mais caros.

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A Heineken (600 ml) subiu 3,86%, enquanto a Stella Artois long neck teve aumento de 13,71%. A Brahma (600 ml) e a Amstel (600 ml) registraram altas próximas de 9%. O chope pilsen (300 ml) ficou 9,13% mais caro, e a caipirinha teve reajuste de 13,65%. Entre as porções, a batata frita subiu quase 12% em um ano.

Segundo o MercadoMineiro, os dados reforçam a importância de pesquisar preços antes de escolher onde consumir. A pesquisa completa pode ser consultada no site.

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Larissa Reis

Graduada em jornalismo pela UFMG e repórter da Rede 98 desde 2024. Vencedora do 13° Prêmio Jovem Jornalista Fernando Pacheco Jordão, idealizado pelo Instituto Vladimir Herzog. Também participou de reportagens premiadas pela CDL/BH em 2022 (2º lugar) e em 2024 (1º lugar).

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