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UFMG mantém nota máxima no Índice Geral de Cursos

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A UFMG oferta as vagas em diferentes polos de Minas Gerais (Lucas Braga/UFMG)

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A Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) alcançou, mais uma vez, nota máxima no Índice Geral de Cursos (IGC). Os resultados do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) de 2023 foram divulgados na última sexta-feira (11/4).

A UFMG ficou em segundo lugar entre as universidades federais. No ciclo trienal a partir de 2021, 55 cursos foram avaliados. Desde que o IGC que começou a ser calculado, em 2007, a UFMG sempre obteve a nota 5, a nota máxima.

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No conceito Enade, 81,8% dos cursos da UFMG avaliados em 2023 (18 em 22) alcançaram conceito máximo. Outro índice divulgado pelo MEC na semana passada é o Conceito Preliminar de Curso (CPC): 12 dos 22 cursos de graduação da UFMG avaliados em 2023 (54,5%) tiveram seu conceito elevado de 4 para 5.

Nove dos 22 participantes (40,9%) mantiveram o conceito 4, considerado muito bom pelo Inep, e apenas um curso teve conceito 3, o que sugere análise mais cuidadosa, apesar de o desempenho ser considerado satisfatório.

O cálculo do CPC considera o desempenho dos estudantes na prova do Enade (20% da nota), o Indicador de Diferença entre os Desempenhos Observado e Esperado (IDD), que é o valor agregado pelo processo formativo (35%), o regime de trabalho e a titulação do corpo docente (30%) e a percepção dos recém-graduados sobre as condições do processo formativo (15% da nota).

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Os 12 cursos que tiveram seu CPC elevado para a nota máxima (de 4 para 5) são Arquitetura e Urbanismo, Biomedicina, Engenharias Ambiental, Civil, Elétrica, Mecânica e de Produção, Farmácia, Fisioterapia, Fonoaudiologia, Medicina Veterinária e Odontologia.

Estudantes assistidos em destaque

Em 2023, participaram do Enade 1.347 instituições de ensino superior. Vinte e oito áreas foram avaliadas no exame – 22 bacharelados e seis tecnológicas. Cerca de 10 mil cursos foram avaliados, 93% deles na modalidade presencial e 7% na modalidade de Ensino a Distância (EaD).

As instituições federais e estaduais tiveram mais de 40% das notas 4 e 5 – as mais elevadas – no IDD, que mede o conhecimento acrescentado ao estudante ao longo do curso. O percentual diminui para instituições comunitárias, privadas sem fins lucrativos, municipais e privadas com fins lucrativos, onde as notas 1 e 2 representam quase 40%.

Os estudantes que recebem auxílio-permanência (moradia, alimentação, entre outros) tiveram média de 67,7, e os que não receberam auxílio alcançaram 64,7, o que, segundo o Inep, demonstra a importância das políticas de permanência e de assistência estudantil também no desempenho acadêmico.

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Com UFMG

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Larissa Reis

Graduada em jornalismo pela UFMG e repórter da Rede 98 desde 2024. Vencedora do 13° Prêmio Jovem Jornalista Fernando Pacheco Jordão, idealizado pelo Instituto Vladimir Herzog. Também participou de reportagens premiadas pela CDL/BH em 2022 (2º lugar) e em 2024 (1º lugar).

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