PUBLICIDADE
CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

CNJ revisa milhares de condenações por porte de maconha após decisão do STF

Siga no

Quase 30 mil processos foram revisados durante o mutirão. (foto: arquivo / Agência Brasil)

Compartilhar matéria

Milhares de pessoas condenadas por porte ou tráfico de cannabis tiveram suas sentenças revistas após o 1º Mutirão Processual Penal do Pena Justa, organizado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Ao todo, 3.676 pessoas conseguiram a revisão de suas condenações, com base na decisão histórica do Supremo Tribunal Federal (STF), que, em julho de 2024, afastou o enquadramento criminal do porte de maconha para consumo pessoal.

A revisão das condenações ocorreu a partir de uma decisão unânime do Supremo, que determinou que o porte de até 40 gramas ou 6 pés de maconha não deve ser mais tratado como crime.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Com base nessa decisão, o Pena Justa, realizou mutirões em todo o Brasil para revisar processos e converter as penas de indivíduos que se enquadravam nesse critério. O objetivo é corrigir condenações que antes eram injustamente aplicadas a pessoas detidas com pequenas quantidades de maconha, um movimento que visa a descriminalização do uso pessoal da cannabis e o fortalecimento dos direitos humanos.

Durante o mutirão, as revisões foram conduzidas por juízes e advogados, que avaliaram caso a caso as situações das pessoas presas ou condenadas por posse de pequenas quantidades da planta, resultando na revisão de 12,4% dos casos analisados. Além disso, a iniciativa busca reforçar o combate à superlotação carcerária e promover uma abordagem mais justa e humanitária para casos relacionados ao uso de substâncias ilícitas.

Com a decisão do STF, o Brasil dá mais um passo importante para a mudança das políticas sobre drogas, alinhando-se com a tendência de descriminalização observada em outros países ao redor do mundo. O STF destacou que o tratamento do porte de pequenas quantidades de maconha deve ser diferenciado do tráfico, e que o foco das políticas públicas deve ser no apoio à reabilitação e cuidados para pessoas dependentes de drogas, e não na punição criminal.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Compartilhar matéria

Siga no

Ludmila Souza

Graduada em jornalismo pela Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop). É fotógrafa e amante de narrativas visuais.

Webstories

Mais de Entretenimento

Mais de Notícias

Última superlua de 2025 ocorre nesta quinta; veja horário e como observar

Mega-Sena sorteia nesta quinta-feira prêmio acumulado em R$ 8 milhões

AGU pede que Gilmar Minas reconsidere decisão sobre impeachment de ministros

Procedimento estético: veja o que vai ‘bombar’ nos consultórios em 2026

‘OAB da medicina’: exame nacional obrigatório para novos médicos avança no Senado

Decisão de Gilmar Mendes sobre impeachment de ministros do STF provoca reação no Congresso

Últimas notícias

Carro bate em poste e motorista fica desacordada na Avenida Dom Pedro II, em BH

Maratona Ghibli: ‘A Viagem de Chihiro’, ‘Totoro’ e outros filmes voltam aos cinemas

PF investiga ligação de Castro com proteção ao Comando Vermelho na Alerj

Defesa Civil de BH emite alerta para pancadas de chuva e ventos de até 50 km/h

Procurando emprego? Contagem terá feirão de vagas em áreas operacionais e atendimento

BH realiza leilão online de 436 veículos apreendidos; visitação começa dia 15

Show de Djavan em BH abre venda de ingressos; saiba data, local e horário

Novidades da Netflix em dezembro tem ‘Stranger Things’, ‘Emily in Paris’ e mais

Justiça derruba cobrança extra de condomínio para morador de cobertura em BH