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‘É muito importante a gente começar a lutar e reivindicar uma reforma administrativa no Brasil’, diz Rodrigo Lopes

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O Congresso Nacional retomou as atividades nesta segunda-feira (23/2). (Foto: Divulgação / Câmara dos Deputados)

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Com a retomada oficial dos trabalhos do Congresso Nacional para 2026, o cientista político Rodrigo Lopes avalia que o calendário legislativo será impactado por um ano atípico. Eleições, Copa do Mundo e outras agendas devem reduzir o tempo efetivo de deliberação.

Para Lopes, esse cenário evidencia o quanto o país precisa enfrentar o debate sobre o próprio funcionamento institucional. “É muito importante a gente começar a lutar e reivindicar uma reforma administrativa no Brasil. Não dá mais para a gente ter a cada dois anos uma situação eleitoral como essa e ficar com o trabalho do Congresso minguado por causa de tantas agendas sobrepostas”, afirmou.

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Entre as pautas prioritárias do primeiro semestre, o cientista destaca a PEC da Segurança Pública, reacendida após episódios de violência de grande repercussão no Rio de Janeiro. Para ele, o tema deve dividir opiniões entre propostas de reforço ostensivo das forças de segurança e estratégias de combate financeiro ao crime organizado.

Outro ponto abordado é o acordo entre União Europeia e Mercosul, que, na avaliação dele, tende a enfrentar menos resistência por reunir interesses do agronegócio e do governo do presidente Lula.

Já a proposta de revisão da escala de trabalho 6 por 1 deve provocar embates mais intensos. “Eu pessoalmente defendo o fim dessa escala 6 por 1, por diversos motivos, mas vai ser uma discussão bastante acirrada no Congresso”, declarou.

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O analista também pondera que o avanço das matérias dependerá da capacidade de organização dos parlamentares em meio ao calendário eleitoral. “Muito antes de outubro, o país já para. A política já para, porque cada deputado precisa voltar para a sua base e iniciar as campanhas”, concluiu.

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Ludmila Souza

Graduada em jornalismo pela Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop). É fotógrafa e amante de narrativas visuais.

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