Preencha os campos abaixo para iniciar a conversa no WhatsApp

Peça um Rock
Anuncie Aqui
  • Ao vivo
  • BH e região
  • Atlético
  • Cruzeiro
  • Economia
  • Política
  • Custo Brasil
  • Colunistas
  • Plateia 98
  • Assine a Update
  • Ao vivo
  • BH e região
  • Atlético
  • Cruzeiro
  • Economia
  • Política
  • Custo Brasil
  • Colunistas
  • Plateia 98
  • Assine a Update
  • Ao vivo
  • Ao vivo
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE

Dólar encerra em leve baixa, em sintonia com movimento global

Por

Agência Estado

Agência Estado
  • 09/06/2026
  • 21:18

Siga no

Ibovespa
(Foto: B3/Divulgação)

(Foto: B3/Divulgação)

Compartilhar matéria

O dólar à vista escalou a R$ 5,19, no maior nível intradia desde 30 de março, na tarde desta terça-feira (9/6) assim que o presidente Donald Trump disse que os Estados Unidos responderiam ao ataque do Irã que derrubou um helicóptero do país. Com o passar das horas, porém, sem confirmação de retaliação, o estresse do mercado diminuiu, ajudado também pela perda de força do dólar frente a pares fortes.

O dólar à vista fechou a R$ 5,1775 (-0,05%), após mínima de R$ 5,1508 (-0,56%) pela manhã e máxima de R$ 5,1935 (+0,20%) à tarde. Por volta das 17h, o contrato futuro do dólar para julho cedia 0,36%, a R$ 5,2050, e o índice DXY, que mede a divisa americana contra seis pares fortes, recuava 0,08%.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

O especialista em soluções de investimentos da Monte Bravo, Rodrigo Franchini, afirmou que notícias sobre a guerra no Oriente Médio têm aumentado a volatilidade e que, nas últimas semanas, as declarações de Trump seguem um padrão de “fala e não fala, vai e não vai”.

Os acontecimentos desta terça-feira ilustram esse cenário. O mercado amanheceu com a declaração de Trump de que um acordo com o Irã estaria próximo, com “uma boa chance” de um pacto ser assinado em “dois ou três dias”.

Contudo, por volta das 13h40, os ativos inverteram o comportamento positivo e o dólar à vista escalou a R$ 5,19 após o republicano publicar, na Truth Social, que os EUA revidariam um ataque do Irã, que derrubou um helicóptero americano no Estreito de Ormuz.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

“É óbvio que isso joga o risco e a volatilidade para cima, mas, conforme as horas vão passando, o mercado vai ficando menos arredio”, afirma Franchini.

O câmbio operou volátil nesta tarde, entre leve alta e leve baixa, ponderando dois pontos: a mudança de narrativas envolvendo o conflito no Oriente Médio e o fato de que o dólar já vem acumulando uma alta de mais de 2,6% no mês de junho.

Para o analista Rafael Passos, da Ajax Asset, o retorno do dólar para terreno negativo após o ruído envolvendo Trump e Irã é justificado pela “recuperação do real, após alta do dólar dos últimos dias”. Contudo, ele acrescenta que o recuo dos rendimentos dos Treasuries e a queda do DXY ajudam os emergentes de maneira geral.

Observando o comportamento do petróleo, a visão prevalecente, por ora, é de leve otimismo sobre as negociações envolvendo EUA e Irã. O contrato futuro do Brent para agosto fechou em baixa de 2,97%, a US$ 91,45 o barril. Adicionando visão benigna aos mercados, o secretário de Energia dos EUA, Chris Wright, afirmou que o tráfego marítimo pelo trecho de Ormuz está aumentando “de forma muito significativa” conforme o conflito com o Irã continua.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Bolsa

O Ibovespa, que na segunda renovou o menor nível de fechamento desde o fim de janeiro, voltou a subir nesta terça-feira depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, indicou que pode haver um acordo de paz entre o país e o Irã nos próximos dias. O mercado se ajustou a esse cenário reduzindo as apostas em juros mais altos, o que abriu espaço para uma pequena recuperação da Bolsa.

O Ibovespa fechou em alta de 0,68%, aos 169.813,15 pontos, com giro financeiro de R$ 25,194 bilhões.

Segundo Rafael Ragazi, head de research de ações da Nord, a principal preocupação dos investidores em relação à guerra entre Estados Unidos e Irã tem sido o quanto ela pode afetar a expectativa de inflação e, por tabela, a trajetória da Selic. “Há uma relação direta entre desempenho da Bolsa e perspectiva de corte de juros”, afirmou.

Na segunda, as taxas de juros futuros subiram e ficou mais evidente na curva de DIs uma expectativa minoritária de retomada das altas da Selic neste ano. Nesta terça, os juros caíram acompanhando os preços do petróleo. No entanto, o mercado segue cauteloso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Matheus Spiess, estrategista da Empiricus, prevê que o Comitê de Política Monetária do Banco Central (BC) reduzirá a Selic em 0,25 ponto porcentual na semana que vem, mas considera que o colegiado pode optar pela manutenção da taxa.

“A gente tem inflação ruim qualitativamente, atividade resiliente e fiscal desastroso. A combinação acaba fazendo com que a margem para corte suma. O pessoal começa a pensar não só na taxa de desconto, mas também nos resultados corporativos. A possibilidade de um ciclo positivo não chega a se reverter, mas é postergada”, afirmou.

Thiago Calestine, economista e sócio da Dom Investimentos, considera que embora o comportamento do Ibovespa esteja essencialmente dependendo da trajetória dos juros aqui e no exterior, ainda pode haver espaço para uma recuperação do índice no curto prazo.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

“O que o mercado colocou no preço, e por isso o Ibovespa está no nível em que está, é o pior cenário de juros possível. Se os dados de inflação vierem menos ruins do que o esperado, por mais que a expectativa de inflação se deteriore, o Ibovespa pode subir”, acrescentou.

Juros

O Ibovespa, que na segunda renovou o menor nível de fechamento desde o fim de janeiro, voltou a subir nesta terça-feira, depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, indicou que pode haver um acordo de paz entre o país e o Irã nos próximos dias. O mercado se ajustou a esse cenário reduzindo as apostas em juros mais altos, o que abriu espaço para uma pequena recuperação da Bolsa.

O Ibovespa fechou em alta de 0,68%, aos 169.813,15 pontos, com giro financeiro de R$ 25,194 bilhões.

Segundo Rafael Ragazi, head de research de ações da Nord, a principal preocupação dos investidores em relação à guerra entre Estados Unidos e Irã tem sido o quanto ela pode afetar a expectativa de inflação e, por tabela, a trajetória da Selic. “Há uma relação direta entre desempenho da Bolsa e perspectiva de corte de juros”, afirmou.

Na segunda, as taxas de juros futuros subiram e ficou mais evidente na curva de DIs uma expectativa minoritária de retomada das altas da Selic neste ano. Nesta terça, os juros caíram acompanhando os preços do petróleo. No entanto, o mercado segue cauteloso.

Matheus Spiess, estrategista da Empiricus, prevê que o Comitê de Política Monetária do Banco Central (BC) reduzirá a Selic em 0,25 ponto porcentual na semana que vem, mas considera que o colegiado pode optar pela manutenção da taxa.

“A gente tem inflação ruim qualitativamente, atividade resiliente e fiscal desastroso. A combinação acaba fazendo com que a margem para corte suma. O pessoal começa a pensar não só na taxa de desconto, mas também nos resultados corporativos. A possibilidade de um ciclo positivo não chega a se reverter, mas é postergada”, afirmou.

Thiago Calestine, economista e sócio da Dom Investimentos, considera que embora o comportamento do Ibovespa esteja essencialmente dependendo da trajetória dos juros aqui e no exterior, ainda pode haver espaço para uma recuperação do índice no curto prazo.

“O que o mercado colocou no preço, e por isso o Ibovespa está no nível em que está, é o pior cenário de juros possível. Se os dados de inflação vierem menos ruins do que o esperado, por mais que a expectativa de inflação se deteriore, o Ibovespa pode subir”, acrescentou.

Compartilhar matéria

Gostou desta notícia?

→ Comece seus dias sempre atualizado com o que rola de relevante nos negócios, economia e tecnologia em Minas Gerais, no Brasil e no Mundo.

98 News

Siga no

Agência Estado

Agência Estado

Webstories

A história do jogo de Campeonato Mineiro que Ronaldo Fenômeno nunca esqueceu

Cinco ‘podrões’ imperdíveis na Grande BH

Mais de Entretenimento

Mais de Economia

Novo Desenrola limpa o nome de 4 milhões de pessoas com dívidas de até R$ 100

Após impor sigilo de 100 anos em processos de bets, Fazenda recua e promete transparência

Dólar vai a maior nível desde 30 de março com piora na perspectiva sobre guerra

Petróleo fecha em alta com escalada de tensões entre Israel e Irã

Plano Brasil Soberano: governo federal inicia hoje novas regras de acesso a crédito

Golpes ligados à Copa do Mundo quase dobram e acendem alerta para torcedores

Últimas notícias

Pedido de vista adia julgamento sobre pesquisa suspensa após ação de Flávio Bolsonaro

Hugo Motta condiciona votação de projeto sobre combustíveis à retirada da urgência da pauta da Câmara

PT lança ‘Porta-Vozes do Lula’, iniciativa com missões e ranking digital de apoiadores

Defesa de Bolsonaro pede visita de nora e netas no dia em que Brasil estreia na Copa do Mundo

Randolfe: Prazo de aplicação da PEC 6×1 pode ser discutido; redução tem que valer de imediato

EUA lançam ataques contra o Irã após queda de helicóptero Apache no Estreito de Ormuz

Kaio Jorge, do Cruzeiro, abre mão de parte das férias para recuperar condição física

CNJ apresenta proposta de regras para atuação de menores como influenciadores

Hospital da Baleia reforça ações para prevenir incêndios durante período de seca em BH

  • Notícias
  • Auto
  • BH e Região
  • Brasil
  • Carreira
  • Meio Ambiente
  • Mercado
  • Minas Gerais
  • Mundo
  • Política
  • Tecnologia
  • Esportes
  • América
  • Atlético
  • Cruzeiro
  • Futebol em Minas
  • Futebol no Brasil
  • Futebol no Mundo
  • Mais Esportes
  • Seleção Brasileira
  • Entretenimento
  • Agenda
  • Cinema, TV e Séries
  • Famosos
  • Nas Redes
  • Humor
  • Música
  • Programas 98
  • Rock Insônia
  • No Fundo do Baú
  • Central 98
  • 98 Esportes
  • Buenos Días
  • 98 Futebol Clube
  • Ricardo Amado
  • Catimba 98
  • Graffite
  • Barba, Cabelo e Bigode
  • Preleção
  • Jornada Esportiva
  • Giro na Gringa
  • Os Players
  • Matula
  • Buteco
  • Cadeira Cativa
  • Tudo Menos Futebol
  • Redes Sociais 98
  • @rede98oficial
  • @rede98oficial
  • /rede98oficial
  • @98live
  • @98liveesportes
  • @98liveshow
  • @rede98oficial
  • Redes Sociais 98 News
  • @98newsoficial
  • @98newsoficial
  • /98newsoficial
  • @98newsoficial
  • /98-news-oficial

Baixe Nosso Aplicativo

Siga a Rede 98 no

  • Ao Vivo na 98
  • Contato
  • Anuncie na 98
  • Termos de Uso e Política de Privacidade

Rede 98 © 2021-2025 • Todos os direitos reservados

Avenida Nossa Senhora do Carmo, 99, Sion - 30.330-000 - Belo Horizonte/MG

  • Ao vivo
  • Plateia 98
  • Assine a Update
  • Notícias
  • BH e região
  • Brasil
  • Economia
  • Imersão Indústria
  • Custo Brasil
  • Meio Ambiente
  • Mercado Automotivo
  • Mundo
  • Política
  • Saúde
  • Tecnologia
  • Esportes
  • América
  • Atlético
  • Cruzeiro
  • Futebol no Mundo
  • Mais Esportes
  • Olimpíadas
  • Seleção Brasileira
  • Entretenimento
  • Agenda
  • Famosos
  • Gastronomia
  • Humor
  • Música
  • Redes