PUBLICIDADE
CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Maioria do STF define que multa por crime ambiental é imprescritível

Siga no

Primeira turma torna militares do chamado Núcleo 3 réus no processo da trama golpista (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

Compartilhar matéria

O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria de votos para fixar que as multas aplicadas contra infratores ambientais são imprescritíveis. A questão é julgada no plenário virtual da Corte e será encerrada nesta sexta-feira (28).

Até o momento, a Corte registrou sete votos favoráveis ao entendimento. Além do relator, Cristiano Zanin, também votaram no mesmo sentido os ministros Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia, Flávio Dino, Dias Toffoli, Edson Fachin e Luiz Fux.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Para Zanin, a reparação de danos ao meio ambiente é um direito fundamental e deve prevalecer em relação ao princípio de segurança jurídica.

O ministro também propôs uma tese para aplicação nos casos semelhantes que estão em tramitação no Judiciário em todo o país.

“É imprescritível a pretensão executória e inaplicável a prescrição intercorrente na execução de reparação de dano ambiental, ainda que posteriormente convertida em indenização por perdas e danos”, definiu Zanin.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

O caso foi decidido em um recurso do Ministério Público Federal (MPF) para derrubar uma decisão da primeira instância que foi favorável à prescrição de multas ambientais após o prazo de cinco anos. A infração que motivou o julgamento ocorreu em Balneário Barra do Sul (SC).

A decisão contou com atuação da Advocacia-Geral da União (AGU). Para o órgão, os infratores ambientais têm o dever de arcar com os danos provocados ao meio ambiente.

“O reconhecimento da incidência da prescrição em tais casos significaria impor às gerações futuras o ônus de arcar com as consequências de danos ambientais pretéritos. Assim, temos que a imposição de prazos prescricionais em favor do interesse individual está em desacordo com a própria natureza do bem jurídico tutelado”, argumentou o órgão.

Compartilhar matéria

Siga no

Webstories

Mais de Entretenimento

Mais de Notícias

Fim da linha: orelhões devem desaparecer até 2028 em todo o Brasil

Boulos acredita que fim da escala 6×1 pode ser aprovado neste semestre

Câmara dos Deputados abre novo concurso para Técnico Legislativo com salário de R$ 21,3 mil

Gilmar Mendes dá 48 horas para SC explicar lei que proíbe cotas raciais em universidades

‘Cão Orelha’: casal confundido com pais de adolescente investigado relata ameaças de morte

Caiado diz que deixará o União Brasil e negocia novo partido para disputar Presidência

Últimas notícias

Orelha e o país sem limite

Demanda por aluguéis em bairros com faculdades pressiona mercado imobiliário em Belo Horizonte

Incêndio atinge bar na Savassi durante a madrugada

101 mil lugares: River Plate anuncia reforma e ampliação do Monumental de Núñez

BRB esclarece que ativos do Will Bank foram transferidos como compensação à carteira do Master

Em carta a Rueda, Caiado se despede do União Brasil e pede apoio a ‘nova caminhada’

Com investimento de R$ 200 milhões, CBF anuncia profissionalização da arbitragem no futebol brasileiro

Detran-MG estuda retirar baliza da prova para CNH e muda regras do exame prático

Coritiba anuncia a chegada de Keno, multicampeão pelo Atlético